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O site Sua Língua afirma não haver problema. Até porque se dois verbos iguais fossem um erro não poderíamos dizer “tenho tido”, “tinha tido”. O significado do verbo está no “ir”, e o “vou” é apenas um auxiliar para indicar o futuro. No meu conhecimento de francês básico, je vais aller (= eu vou ir) é uma forma perfeitamente normal de falar. Não vejo por que ...


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Verbos de duplo particípio Muitos verbos admitem no particípio duas formas, uma regular e outra irregular. Em alguns, uma delas caiu em desuso completo ou quase completo, ficando muitas como simples adjetivos - e.g. completo, confesso, anexo. Quando os dois particípios se conservam, usa-se o regular com os verbos auxiliares "ter" ou "haver&...


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Em duvidas.dicio.com.br: Faz dois dias é a forma correta de escrita desta expressão. A expressão fazem dois dias está errada. O verbo fazer tem sua origem na palavra em latim facere [...] e é um verbo irregular, podendo ser conjugado em todos os tempos e modos verbais, bem como em todas as pessoas gramaticais. Contudo, quando se refere a tempo decorrido ou ...


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As duas formas são corretas, depende é de quem está "a escrever" (remetente) o ofício ou memorando. Se for por exemplo uma empresa usamos o "Vimos por meio deste..." porquê se refere a empresa (Nós): Vimos (Nós empresa) por meio deste... No caso de ser eu a escrever em meu próprio nome usa-se "Venho por meio deste": Venho (eu) por meio deste...


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O verbo «andar» significa muito mais do que simplesmente «caminhar». O Priberam apresenta 19 significados. É até um verbo copulativo que «assinala o prolongamento de um estado episódico, mas veicula implicitamente a ideia de que está em vias de se tornar habitual» (Gramática do Português da Gulbenkian, p. 1312). «Andar» tem também significados próximos de «...


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O verbo haver é usado nesse verso como verbo auxiliar, tal como acontece uns versos mais abaixo no soneto completo (ênfase minha): Pequei Senhor: mas não porque hei pecado, Da vossa Alta Piedade me despido: [= me despeço] Antes, quanto mais tenho delinqüido, Vos tenho a perdoar mais empenhado. Se basta a vos irar tanto pecado, A abrandar-...


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Ambas são corretas. Na primeira forma é utilizado um verbo composto, formado pelos verbos ir e comer, no presente e no infinitivo, respetivamente; na segunda forma, é usado o verbo fazer no futuro. As duas frases são equivalentes, mas, para mim, a segunda parece dar a ideia de um futuro mais distante: Farei eventualmente um bolo.


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A minha percepção 3 que este uso não é muito comum. O uso de duas conjugações do verbo ir formam uma forma verbal composta sendo o primeiro uso o auxiliar, portanto pode ocorrer segundo as regras gramaticais. Um possível motivo pelo qual esta forma é considerada incorreta é que, em certas regiões de Portugal, é relativamente comum dizer vou a ir (talvez por ...


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Viagem é o substantivo, cujo significado é O ato de transportar-se de um ponto a outro distante. [Marinha] Navegação, travessia. Percurso efetuado. Relação escrita dos acontecimentos ocorridos numa viagem e das impressões que ela causou. [Informal] Estado alucinatório provocado pelo consumo de certas drogas. Fonte: Significado / ...


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Definitivamente carreteiros em viagem. Viagem nessa frase é um substantivo, é a viagem que eles estão fazendo, e não uma forma do verbo viajar. O verbo poder-se-ia usar, por exemplo em espero que os carreteiros viajem bem. É a mesma coisa com soldados em guerra. Guerra é um substantivo, é a guerra em que os soldados estão a combater. Com o verbo poderia ser ...


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Ambas as formas estão corretas. A regra geral é que a forma regular se usa para os tempos verbais compostos (com "ter" ou "haver") e que a forma irregular se usa onde ocorre adjetivo e em orações passivas (com o verbo ser, mas também num sentido lato com estar, andar, viver — passivas estativas —, ficar ­— passivas resultativas). Portanto: Eu achei que ...


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O simples presente do indicativo vou, vais, etc. para exprimir uma ida futura é absolutamente correto e é até muito mais comum que vou ir, vais ir, etc. O verbo ir é de facto excecional, mas não por ser o único, que não é, em que se usa o presente para referir o futuro; nós fazemos isso com qualquer verbo. Esta prática está aliás reconhecida na Nova ...


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After some research, I've found an example at Wikipedia: O fenômeno dos "phrasal verbs" também ocorre na língua portuguesa. Contudo, não é muito comum. É mais encontrado no português coloquial falado no Brasil e não deve ser utilizado em contextos formais. Exemplos: "Não quero mais saber de você! Cai fora!" (cair fora = sair, retirar-se); ...


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A conjugação verbal do modo imperativo no português moderno, às vezes, incomoda quem conhece a gramática tradicional, principalmente quanto se trata do uso de tu e você. Por exemplo: lê ou leia? Você quer saber bem o assunto, então leia este livro. Usou o tratamento você (3.ª pessoa) e o verbo ler ficou leia (3.ª pessoa do modo imperativo). Houve ...


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A segunda forma. Explicação: "viajem" é a terceira pessoa do conjuntivo (subjuntivo) do verbo viajar: que eles viajem. No exemplo, poderia ser "carreteiros viajam", no presente do indicativo, ou "carreteiros fazendo (ou a fazer) uma viagem", usando o gerúndio (ou infinitivo) do verbo fazer e o substantivo "viagem", ou simplesmente "carreteiros em viagem". ...


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Não. Como mencionei nestoutra resposta, não é possível usar simultaneamente dois clíticos que não têm formas distintas para o acusativo e para o dativo (i.e. clíticos da 1ª e 2ª pessoas). Segundo a Gramática do Português da Gulbenkian (vol. II, p. 2236): Os pronomes de primeira e segunda pessoa, que não apresentam formas morfofonologicamente distintas ...


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English phrasal verbs are combinations of verbs and prepositions where the meaning of the expressions as a whole cannot be completely understood just from the meaning of the individual parts. Syntactically, there are only minor differences between phrasal verbs and actual combinations of verbs and prepositions, it's more of a semantic concept, with a lot of ...


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O termo "possui" é a forma singular da terceira pessoa do presente do modo indicativo do verbo "possuir". Já termo "possuí" é a forma singular da primeira pessoa do pretérito perfeito do modo indicativo do verbo "possuir". Desta forma, você utiliza a palavra "possui" quando o ato de possuir se refere a outrem e é um acontecimento presente. Por exemplo: ...


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The simple future can also be used to indicate probability. This is different from something which we know is yet to occur. Translating loosely: Maria terá uns vinte amigos que já conhecem o seu marido. Could be taken as any of: Maria’s probably got twenty friends who already know her husband. Maria has to have some twenty friends who already know her ...


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"Zoar", "fazer zoação", "tirar sarro" are Brazilian slang words and mean "zombar de alguém", "fazer gozação". "Deixe de fazer zoação com a minha cara" (fazer troça, fazer gozação) "Cara, tu não vê que ele tá zoando contigo?" (fazendo uma gozação, brincando) "Ele está te zoando." "Para de ficar zoando." If you are not acquainted with these words and the ...


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Para mim, a questão não é se "viver" nesse sentido seria correto ou não, mas sim se esse tipo de uso é adequado em determinados contextos linguísticos. É importante notar que não há erros gramaticais nas frases acima; a questão é puramente semântica. Parece lógico ver esse uso de "viver" como uma extensão figurada do sentido original da ...


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Empacotar = to pack It can be used for packing something in a box, in a bag, etc. It's used for things that require a certain degree of protection (using cardboard, for example). "Vou empacotar o produto e enviar para o cliente." Embrulhar = to wrap For things that don't need too much protection (using paper, for example). It can be used in the ...


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(Pessoal, há tempo que acompanho o Portuguese Stack Exchange — e absolutamente o adoro —, mas esta é a minha primeira resposta aqui, então ainda estou me habituando. Queria comentar algumas coisas à parte na pergunta original, mas ainda não tenho pontuação suficiente para isso. :( Se, de algum modo, esta minha resposta fugir ao propósito, avisem-me para que ...


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First, let's see what the expressions might mean: "Bater à porta" always means "to knock on the door". "Bater a porta" almost always means "to slam the door". In some very unusual and specific contexts, it may also mean "to collide/crash/hit the door onto something or someone". "Bater na porta" usually also means "to knock on the door". However, accordingly ...


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Primeiro, vamos ver as conjugações do verbo "dar". Damos A forma "damos" corresponde a forma plural da primeira pessoa do modo presente do indicativo do verbo "dar", que se conjuga "nós damos". Exemplo: Nós damos ao aniversariante um belo bolo de chocolate. Darmos A forma "darmos" corresponde a forma plural da primeira pessoa do infinitivo impessoal ...


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"Defenestrar" significa "jogar (algo) pela janela". Mais precisamente (segundo o dicionário Houaiss): defenestrar verbo (a1958) 1 ( t.d. ) atirar (alguém ou algo) janela afora, violentamente A etmologia da palavra, segundo também o próprio dicionário, é o idioma francês, com a palavra défenestrer (1564), ou o ato de 'retirar as janelas ...


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Para acentuar verbos com pronomes enclíticos, usa-se a mesma regra geral de acentuação que se aplica a todas as palavras em português. Mas, dado que todos os verbos no infinitivo em português terminam em "r" e, ao adicionar o pronome, esse "r" é removido, restam apenas oxítonas terminadas em "a", "e", "i" ou "o". De acordo com a regra geral, oxítonas ...


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Pelo dicionário são sinónimos ou equivalentes e ambos corretos. a.jun.tar [ɐʒũˈtar] verbo transitivo juntar; aproximar; unir; ligar agrupar; reunir acrescentar economizar, amealhar verbo pronominal juntar-se; unir-se agrupar-se; reunir-se popular tornar-se amante de jun.tar [ʒũˈtar] verbo transitivo unir; aproximar; pôr junto fazer encontrar ao mesmo ...


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Quando um verbo impessoal é conjugado com um auxiliar, o auxiliar mantém a invariância do verbo principal (como você pode, por exemplo, consultar aqui). Como "haver" nesse sentido é impessoal, devemos dizer: Amanhã vai haver aulas.


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O uso de ter em sentido existencial (como verbo impessoal) não ocorre em português europeu (pelo menos na variedade padrão) e é estigmatizado na norma brasileira, ainda que seja muito frequente na oralidade. É preferível portanto usar o verbo haver: Há muito a/para/que considerar. Uma alternativa consensual com ter terá de ter um sujeito argumental. Por ...


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