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Sim, ambas estão corretas e são semanticamente muito semelhantes. Embora a ideia de finalidade esteja mais explícita na frase com para, o predicado com conhecer o Pão de Açúcar é também no outro caso um adjunto adverbial de finalidade. Pode também, em certas frases, ser interpretado como complemento direcional: — Onde vais? — Vou conhecer o Pão de ...


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A conjunção é uma palavra invariável que liga duas orações ou termos semelhantes de uma mesma oração. A preposição também é palavra invariável que relaciona dois termos, só que, nessa relação, um termo completa ou explica o sentido do outro. A preposição não liga orações. E como o Américo disse, esse "o" em "o brinquedo" é um artigo. Exemplos: ...


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Penso que não exista nenhuma "notação oficial Portuguesa", mas segundo a Wikipédia a Europa adoptou o Standard ISO8601 para representação de tempo; pelo que Portugal, pertencendo à União Europeia, deve em teoria utilizar oficialmente a mesma norma. Segundo o Standard ISO 8601 a representação oficial para o tempo é hh:mm:ss ou seja dois dígitos para horas ...


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Definitivamente carreteiros em viagem. Viagem nessa frase é um substantivo, é a viagem que eles estão fazendo, e não uma forma do verbo viajar. O verbo poder-se-ia usar, por exemplo em espero que os carreteiros viajem bem. É a mesma coisa com soldados em guerra. Guerra é um substantivo, é a guerra em que os soldados estão a combater. Com o verbo poderia ser ...


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De esta fonte: Use a vírgula para separar elementos que você poderia listar: João Maria Ricardo Pedro e Augusto foram almoçar. Note que os nomes das pessoas poderiam ser separados em uma lista: Foram almoçar: João Maria Ricardo Pedro Augusto Isso significa que devem ser separados por vírgula na frase ...


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Existem três casos pertinentes aonde o sujeito não aparece na frase. São estes: O sujeito subentendido, também denominado de sujeito nulo subentendido, sujeito desinencial, sujeito elíptico ou sujeito implícito. Também era chamado há alguns anos atrás de sujeito oculto, mas tal denominação foi abolida. O sujeito indeterminado, também denomoniado de sujeito ...


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Bué, no sentido de muito é de origem santomense ou, mais provavelmente, angolana. A partir daqui cada dicionário diz a sua coisa. O Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa diz que o termo é santomense e angolano e de origem obscura. O Priberam diz que vem provavelmente do quimbundo, uma língua angolana. A Infopédia diz que vem mesmo do quimbundo mbewe, ...


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Fácil já vem reconhecido, e sem qualquer advertência, como advérbio no Aulete, no Michaelis e no Houaiss (Lisboa, 2003), que trancrevo (desabreviando as abreviaturas): fácil [...] advérbio 7 naturalmente <discursa fácil e empolga os eleitores> 8 facilmente, à toa <esta louça quebra fácil> Já na Infopédia e no dicionário da Academia das Ciências ...


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A segunda forma. Explicação: "viajem" é a terceira pessoa do conjuntivo (subjuntivo) do verbo viajar: que eles viajem. No exemplo, poderia ser "carreteiros viajam", no presente do indicativo, ou "carreteiros fazendo (ou a fazer) uma viagem", usando o gerúndio (ou infinitivo) do verbo fazer e o substantivo "viagem", ou simplesmente "carreteiros em viagem". ...


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Não e sim. No teu exemplo, não. Noutros exemplos, sim. No teu exemplo, eu poria uma única vírgula a separar as duas orações que compõem a frase: 3) O zoológico tem animais ferozes, por exemplo o leão e o tigre. Para o «por exemplo» No caso concreto do «por exemplo», pomo-lo entre vírgulas se ele é um elemento por si só, e não o pomos entre vírgulas se ...


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RESPOSTA CURTA Não se separam orações subordinadas substantivas (a partir de agora, OSS) da oração principal (a partir de agora, OP), com uma exceção. Vamos deixa a exceção para o fim e começar pelos cinco tipos de OSS em que não há vírgula; nos exemplos seguintes, a OP está em letra normal e a OSS, em negrito itálico: (a) Objetiva direta: Quero que você me ...


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Na verdade, o seu primeiro exemplo mostra o uso como advérbio (de intensidade). O segundo mostra mesmo um uso como adjetivo, e nesse caso é sim correto concordar em número com o substantivo a que ele se refere. Aliás, deixar "bastante" no singular estaria errado naquela frase. Na prática, porém, é muito raro ver alguém usar a concordância correta, mesmo na ...


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"Zoar", "fazer zoação", "tirar sarro" are Brazilian slang words and mean "zombar de alguém", "fazer gozação". "Deixe de fazer zoação com a minha cara" (fazer troça, fazer gozação) "Cara, tu não vê que ele tá zoando contigo?" (fazendo uma gozação, brincando) "Ele está te zoando." "Para de ficar zoando." If you are not acquainted with these words and the ...


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É uma construção de tópico marcado, em particular deslocação à esquerda de tópico pendente, na terminologia da Gramática de Maria Mateus e outras (pág. 493 da 6.ª ed.). Os exemplos aí dados são: (11) (a) O João… ouvi dizer que e̲l̲e̲ tinha ido passar férias a Honolulu.         (b) “… eu … medicina privada realmente não m̲e̲ ...


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Sim, esse padrão foi comum no português, europeu e brasileiro, até ao século XIX. Chama-se a isso apossínclise, que é, citando este artigo do Ciberdúvidas: intercalação de uma ou mais palavras entre o verbo e o pronome átono proclítico (ex.: «o que eu lhe não disse» [em vez de: «o que eu não lhe disse»]). Conforme explicado na Gramática da Língua ...


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Precisamos de distinguir os dois tipos de significados de sempre. Há os significados temporais: Continuamente: Tenho sempre fruta em casa; Regularmente: Ele levanta-se sempre às 7 da manhã; Em todas as ocasiões: Ele recusava-se sempre a discutir o assunto; Repetidamente: Ele está sempre a interromper-me. Mas depois há os significados alternativos, ...


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A palavra [que] é realmente um curinga da Língua Portuguesa, pois pode ser usada em várias situações e com várias funções: pronome, conjunção, substantivo, advérbio, preposição, etc. Nesse caso usaria [que]. Está antes de um verbo e conseguimos substituir por "qual coisa" como você diz. Aqui tem um exemplo semelhante. Diz que emprega-se [que] "quando se ...


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A Moderna Gramática Portuguesa de Evanildo Bchara apresenta uma boa discussão com exemplos do acento de insistência. Este consiste em pronunciar uma sílaba com intensidade, altura e/ou duração superior ao normal. Pode recair na sílaba tónica ou noutra, mais comummente na primeira. É um fenómeno muito comum na linguagem oral. Pode exprimir uma emoção: Ele é ...


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Por que neste caso usamos o vocativo "Excelentíssimo Senhor" para algumas autoridades e "Senhor" para outras? Segundo o link contido na pergunta, usamos os vocativos como expediente lingüístico de distinção e de respeito. Ao dirirgimo-nos a cargos mais elevados, portanto, demonstramos ainda mais distinção e respeito através do adjetivo "excelentíssimo". Em ...


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Há um termo em Inglês "The Oxford Comma" que se refere à utilização de uma vírgula antes do último "e" numa lista. Isso pode fazer a diferença para o significado de uma frase. Por exemplo: Eu gosto de comer queijo, chocolate, pão e geléia - todos eles são adoráveis. ou Eu gosto de comer queijo, chocolate, pão, e geléia - todos eles são adoráveis. Na ...


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Em (b), (c) e (d), ir é pleno. (a) é um tipo de frase estruturalmente ambíguo, mas neste caso parece-me que ir é também pleno. A Gramática do Português tem uma caixa (páginas 1264-1266) que endereça precisamente este assunto. Passo a transcrever as partes mais relevantes: (i) a. A Maria foi comprar o jornal.     [...] (ii) a. A Maria ...


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You probably mean zoar, same sound as and often spelled "zuar": (Brasil, informal) Fazer troça de; caçoar, zombar. It follows the regular conjugation. You can zoar alguém, or zoar com alguém: so, não me zoe, não zoe comigo, or pare de zoar comigo.


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We have one te too many. We can delete either. I think que mais te diz is how most people would put it nowadays; so I’ll leave the que te mais diz, which has a quaint, 19th century feel to me, in keep with the rest of the sentence, I think: Decora o que te mais diz, meu bem, e logo te darei mais que decorares... This translates as: Memorise that which you ...


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Quanto ao significado, concordo com a leitura do @bfavaretto: A mensagem diz que você pode levar sua própria bebida (exceto cerveja e drinks, pelo que entendi). Isso seria o "rolha livre". Gelo não precisa levar, eles fornecem. É possível, sem certeza, que o próprio local também venda refrigerantes. Quanto a correções gramaticais, eu sugiro: ...


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Nesse caso, ambas são possíveis, com um significado ligeiramente diferente1: [...] «a escolha da forma infinitiva depende de cogitarmos somente da acção ou do intuito ou necessidade de pormos em evidência o agente da acção» (Saudi Ali)2. No primeiro caso, preferiremos o infinitivo não flexionado; no segundo, o flexionado. Trata-se, pois de um emprego ...


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"Porquê" é um substantivo: Posso saber qual o porquê de Vossa Senhoria estar chegando às três da madrugada? Como o "porquê" na sua frase certamente não é um substantivo, * "Porquê amanhã?" está incorreto. "Porque" é uma conjunção explicativa: Estou chegando às três da madrugada porque quero. Vou amanhã porque tenho pressa. Então geralmente não se usa em ...


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O se d’O Cortiço é conjunção Esta construção frásica d’O Cortiço não é de uso corrente. Eu nunca a tinha encontrado, e procurando neste Corpus do Português e no Google Books não encontro outra igual. Para mim a frase só tem sentido se interpretarmos se como conjunção e nem se forma uma locução conjuntiva comparativa; no fundo houve aqui a elisão de algo como ...


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Em gramática, o termo em inglês "phrase" é um falso amigo semântico (ou heterossemântico), pois se assemelha à palavra "frase" mas tem significado distinto. A palavra inglesa "sentence" seria mais próxima em significado da portuguesa "frase" ou "período", enquanto "phrase" seria equivalente a "sintagma". Phrases / sintagmas são: (Wikipedia) […] um grupo ...


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Essa construção está correta mas é arcaizante. O que te falta a ti, e a mim, e provavelmente à maioria de nós, é exposição a ela. Mas foi muito comum no passado e mantém-se ainda hoje, ainda que seja rara. Mas se o Machado de Assis, Alencar, Camilo e Júlio Diniz escreviam assim, não podemos dizer que esteja errado. Vejamos o que já dizia há quase um século ...


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Pode e deve. A frase é composta de duas orações: (a) Oração principal: a verdade é (b) Oração subordinada substantiva predicativa: que você mentiu para o fiscal. (b) diz-se predicativa porque constitui o predicativo do sujeito da oração principal (verdade). Ou seja, é um atributo ou a identidade do sujeito. Neste caso é a identidade: diz o que é que a ...


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