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As duas formas estão corretas. "Louro" é a forma mais antiga, enquanto "loiro" foi registrado pela primeira vez em 1836. Por volta dessa época e anterior, era comum várias palavras terem "ou" onde hoje se fala "oi", como "cousa", "doudo", etc. Com o passar do tempo foi ficando mais comum usar a forma com "oi", porém algumas palavras permaneceram ambas as ...


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A conjugação verbal do modo imperativo no português moderno, às vezes, incomoda quem conhece a gramática tradicional, principalmente quanto se trata do uso de tu e você. Por exemplo: lê ou leia? Você quer saber bem o assunto, então leia este livro. Usou o tratamento você (3.ª pessoa) e o verbo ler ficou leia (3.ª pessoa do modo imperativo). Houve ...


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O v 'é trocado' pelo b, ou rigorosamente falando, o b e o v são ambos pronunciados b, numa região que inclui todo o norte de Portugal e se estende para sul pelos distritos de Viseu, Aveiro e Coimbra. Ou pelo menos era assim. Creio que a pronúncia de v como b vai sendo cada vez mais rara. No resto do país o b sempre foi pronunciado b, e o v, v. Agora se isto ...


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Eu cresci e vivi na região de Lisboa, entre Torres Vedras e Setúbal, e aqui foi sempre frigideira que ouvi. Que no Porto se diz sertã é fácil ver na net. Veja-se este artigo no jornal Público (2012) sobre uma Susana que se mudou de Cascais, ao pé de Lisboa, para o Porto (grafia original, ênfase minha): O sotaque lisboeta ainda se percebe em Susana e as ...


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A troca do “v” pelo “b” é uma característica do falar de diversas regiões portuguesas situadas a norte do Tejo e está bem viva. Mas não é a única diferença de pronúncia, nem as diferenças dos diferentes falares ou dialectos do português europeu se resumem à pronúncia de alguns sons. Existem ainda diferenças de léxico, de formas de tratamento e até ...


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According to Wikipedia, this would be a type of elision: the omission of one or more sounds (such as a vowel, a consonant, or a whole syllable) in a word or phrase. This is a very general term, as you can see from the definition. A more specific term would be synalepha: the merging of two syllables into one, especially when it causes two words to be ...


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Bem. Eu também fiquei curioso. Não sou nordestino, mas conheço vários e fiz umas perguntas. As pessoas que falaram ter ouvido a expressão, não afirmaram com tanta certeza. Mas então vamos lá... 1) Realmente a expressão "comigo a volta é por dentro" seria equivalente a "comigo o buraco é mais embaixo". 2) Encontrei a expressão num livro, porém acredito que ...


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Conto para dinheiro tem origem nos antigos Réis (conto com o significado de um milhão) Sobre o vocábulo conto transcrevo o que ensina o «Grande Dicionário de Dificuldades e Subtilezas do Idioma Português» de Vasco Botelho do Amaral na entrada «Dinheiro»: «A palavra latina computus deu-nos cômputo (isto é, cálculo, conta) e conto com o ...


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Ambas as formas estão corretas; há de facto um grande grupo de palavras que possuem o ditongo ou, podendo este ser substituído por oi. Exemplos são palavras como touro/toiro, ouro/oiro, dourado/doirado, etc. Esta segunda forma para estas palavras é relativamente mais recente que a forma com ou; talvez a língua esteja a evoluir para que todas as palavras que ...


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Aqui na zona do Minho, tanto usamos vós como vocês. O exemplo que deste é um caso especial, visto que, se usa quase sempre com pessoas desconhecidas e raramente se usa o vós podeis, em vez disso usa-se o vocês podem se for gente mais nova. Se nos estamos a dirigir a um(s) "desconhecido(s) já com cabelos brancos" usamos sempre "O(s) Senhor(es)". Claro ...


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Is the use of "nem" instead of "não" in the 2 examples above a regional thing or a "standard BP" thing? Nem uma coisa, nem outra :) I mean, it's a slang word, and I am not sure it's purely based on region. I hear that frequently in São Paulo too, and there's at least an age factor also involved. Are there any dialects where "nem" is used almost ...


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Esta troca parece uma influência direta do espanhol, onde a pronúncia do b e do v é como bê. Ao dizer um nome que contenha a letra B ou V é possível ouvir a pergunta: "con b de buro o v de vaca" (pronunciado "b de burro o b de baca"). Aproveitei e pesquisei no Spanish Language SE e achei esta questão sobre o assunto. Uma das respostas menciona o fenômeno do ...


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Dir é a variante local do verbo ir. O diálogo reproduzido na pergunta é parte da recolha de falares regionais feita na Fajãzinha, Flores, Açores, no âmbito do CORDIA-SIN, Corpus Dialetical para o Estudo da Sintaxe, e pode ser ouvido aqui. Está aqui um conjunto de entrevistas na Fajãzinha, que inclui o diálogo reproduzido na pergunta. Dir e suas flexões ...


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My answer concerns ptBR only. In ptBR the "e" in these words is never pronounced as an "a" sound. The "e" in "grelha" and "flecha" is pronounced as an open "e" ("é"). The "e" in all other words is always pronounced "ê". Of importance is the fact that about half of those words are rarely used in ptBR (lenho, francelho, velenho, verdelho, soutenho, ...


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Trata-se da deturpação de tempo do Onça. Mas que Onça seria esse? No Rio de Janeiro do século 18, havia um chefe de polícia muito rigoroso. Por isso, foi apelidado de Onça. O xerife fez fama. Mesmo com outros chefes de polícia mais tolerantes, falava-se nele. Quando se reclamava contra as transgressões da lei, diziam: — Isso era no tempo do Onça. Com o ...


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A maioria das pesquisas que realizei apontam para regionalismo carioca, mas não encontrei nada substancial que indique a origem de subúrbio. Pesquisando dentro da ferramenta Google Trends o termo deu ruim: Aparecem algumas entradas em 2008, mas tem uma pequena constante em 2011 para frente. Entre 2015 e 2016 aparece a música Cuidado com a pinga, aumentando ...


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A resposta do Peixoto está correta. Mas como a explicação de "pila" a partir do nome do Raul Pilla soa a etimologia popular, talvez seja bom documentá-la: Não achei imagens do reverso (se é que tem um reverso). Não tem a efígie do político (que era o que eu estava esperando), mas tem a assinatura dele, no canto inferior esquerdo, que é o que deve ter ...


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Os v e os b são "trocados" apenas na oralidade, a escrita não se altera. Isto acontece nas regiões do norte de Portugal, sendo a cidade mais conhecida o Porto. Não sei até que ponto é que podemos considerar esta pronúncia um dialeto, diria que se define apenas como a pronúncia do norte, como já dizia a música.


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Sim, usa-se. Normalmente em meios mais rurais no interior. Em Lisboa em alguns restaurantes também se usa o termo, mas mais numa de dar um tema campestre ou rústico. Segundo uma vizinha minha do interior-centro, ao contrario de uma frigideira uma sertã tem o fundo completamente plano. Sertã


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Explicação encontrada em vários lugares e no Cyber Dúvidas, que por usa vez, menciona o Elucidário Madeirense Trancrevemos o que sobre a palavra semilha se regista no Elucidário Madeirense, do padre Fernando Augusto da Silva e de Carlos Azevedo Meneses (2.ª edição mandada fazer pela então Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal, 1946, Funchal), ...


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A expressão "saltar à laje" é de origem madeirense, e basicamente, significa praticar adultério. Este blog porque é que o dia 1 de maio era conhecido como "dia de saltar à laje" e as tradições associadas a este dia: Antes de conhecer este dia como o "Dia do Trabalhador" sempre o conheci por ser o dia de "saltar a laje". Logo pela manhã as pessoas ...


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Também nunca ouvi. Encontrei uma possível explicação dada por Henz Kröll no tomo XIII do Boletim de Filologia do Centro de Estudos Filológicos da Universidade de Lisboa (1952: 12): A. C. Moreno [Revista Lusitana] V, pág. 111, regista para Trás-os-Montes ficar à ucha (ucha = «queimada de urze» ¿gal. «arca»?) [...]. Com ficar à ucha, parece-nos relacionar-...


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A expressão mala e cuia é quase certamente de origem brasileira; o significado que referes (mudar-se definitivamente) parece ainda ser relativamente recente — uma edição da revista municipal de São Paulo, que o Google Books data de 1937 (mas que possivelmente é anterior) define viajar de mala e cuia como viajar sem bagagem. A referência mais antiga no Google ...


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Acho que certas faixas etárias utilizam mais essa expressão, mas ela é bem conhecida sim em todo o brasil! Moro em Recife, conheço pessoas do Sul, SP, Rio e várias do nordeste e todas utilizam. Em videos na internet ouço sempre também. Basicamente, eu ouço sempre em todo o lugar e o tempo inteiro!


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De acordo com CiberDúvidas, treuze é um regionalismo de Lisboa.


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Canga existe de facto com significados relacionados em várias línguas ibéricas e está atestado em português bastante cedo, tornando improvável qualquer origem no Novo Mundo ou no Oriente. É usado comumente em Portugal e existe também em galego com o mesmo significado (Real Academia Galega). Na minha limitada experiência serve mais frequentemente para ...


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Etimologicamente, a palavra proio é de origem grega (grafia: προιο ou προϊο). Significa "pré", "prévio", "antes", "atrás" etc. É essa a mais plausível hipótese por que, na língua portuguesa, tal palavra foi semanticamente associada a palavras como "traseiro" e "assento". Na Medicina, por exemplo, denomina-se proiomenorreia a menstruação que ocorre antes da ...


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A palavra Pila como moeda, provém do político do Partido Libertador do Rio Grande do Sul , Raul Pilla. Este político e seu partido apoiaram a Revolução Constitucionalista, contra Getúlio Vargas. Como esta revolta foi mais intensa em São Paulo, e teve pouco respaldo no seu estado, ele exilou-se no Uruguai, saído sem levar nenhum dinheiro. Seus partidários, ...


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Registro aqui a experiência de um carioca que conhece apenas metade deste país enorme. Faço uma avaliação de cada exemplo separadamente: "tô bem ocupado aqui, não tenho muito tempo pra sair" "nem tô saindo muito também". A primeira frase, aceitável apenas em português falado, e na informalidade, tem o "nem" implícito. Na ...


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Sempre entendi esse expressão como: que nem pavio de vela, e talo de macacheira. Porque tanto o pavio da vela, como o talo da macacheira, seguem um caminho reto, sem volta, sem arrodeio. Acho que ele quis dizer que: a conversa seria reta, direta.


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