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Sim, ambas estão corretas e são semanticamente muito semelhantes. Embora a ideia de finalidade esteja mais explícita na frase com para, o predicado com conhecer o Pão de Açúcar é também no outro caso um adjunto adverbial de finalidade. Pode também, em certas frases, ser interpretado como complemento direcional: — Onde vais? — Vou conhecer o Pão de ...


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The words milhão, bilhão (informal Brazilian Portuguese) and bilião (European Portuguese for a million times milhões, Brazilian Portuguese for a thousand times milhões), as well as subsequent numeral quantities, are nouns rather than quantifiers. We may qualify another noun with mil (because it's a quantifier, related question), but immediately adjacent ...


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A conjunção é uma palavra invariável que liga duas orações ou termos semelhantes de uma mesma oração. A preposição também é palavra invariável que relaciona dois termos, só que, nessa relação, um termo completa ou explica o sentido do outro. A preposição não liga orações. E como o Américo disse, esse "o" em "o brinquedo" é um artigo. Exemplos: ...


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Como já foi dito, em si, o significado é quase o mesmo, apenas teria uma diferença na permanência da ida. “Ir a” indica que é uma ida passageira, que será por apenas um tempo, não definitiva. Já “ir para” seria uma ida definitiva, permanente. João pensa em ir a Brasília. Fazer uma visita, passear, resolver algum assunto, etc. João pensa em ir para ...


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Em português, os nomes de países e cidades podem ser precedidos por artigo definido (masculino ou feminino) ou podem não ser precedidos por artigo. E não existem regras quanto ao artigo a ser usado (o/a) ou se ele é omitido; aprende-se da mesma forma que aprendemos se "laranja", "banana", "abacaxi" e "pêssego" são palavras do gênero masculino ou feminino. ...


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O artigo tende a usar-se com topónimos derivados de nomes comuns (o Funchal, o Porto, a Guarda, o Rio de Janeiro e por aí adiante). Talvez seja por isso que os jornalistas tendam a dizer o Recife — recife é um nome comum que significa «Rochedo ou grupo de rochedos à flor da água e um pouco afastados da costa ou praia» (Priberam). Por vezes, contudo, existe ...


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As palavras são de facto homófonas (pelo menos na língua padrão); a ambiguidade ou se desfaz pelo contexto, ou, permanecendo, poderá não alterar significativamente o sentido da frase (porque como dizes é apenas uma questão de perspectiva). Por exemplo, uma frase como: Os imigrantes são um grande problema. é ambígua; mas geralmente não surgirá isolada: ...


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The table and first example in section 11 are misleading, but the remarks in section 9 are correct and address your question: roughly speaking, deste means of this, not just this; and desse and daquele mean of that. The first thing to know is these words are contractions of the preposition de with a pronoun: deste = de + este [of this (near the speaker)] ...


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First, let's see what the expressions might mean: "Bater à porta" always means "to knock on the door". "Bater a porta" almost always means "to slam the door". In some very unusual and specific contexts, it may also mean "to collide/crash/hit the door onto something or someone". "Bater na porta" usually also means "to knock on the door". However, accordingly ...


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A priori, não. Não é a regência culta do verbo "preferir". A confusão começa porque "preferir" é usado com a mesma regência do verbo "gostar", cuja transitividade é diferente. Este link explica isso bem.


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Se considerarmos a gramática normativa, não: Chama-se gramática normativa a gramática que busca ditar ou prescrever as regras gramaticais de uma língua, posicionando as suas prescrições como a única forma correta de realização da língua e categorizando as outras formas possíveis como erradas. Entretanto: Enquanto a gramática normativa considera como ...


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Esta resposta baseia-se na minha experiência de falante de português europeu, em que há uma diferença marcada entre ir a e ir para. Vários comentários nesta página sugerem que esta diferença é pouco marcada ou inexistente no Brasil. Guia rápido Ir a — ir, estar e voltar: Em dezembro vou ao Brasil, passar duas semanas de férias. Logo à noite vou à ...


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Nunca é obrigatório contrair de com um e há casos em que essa hipótese está afastada. Em primeiro lugar, de contrai-se geralmente com o artigo indefinido um (e uma, uns, umas). Embora não tenha encontrado referências, diria que a análise é a mesma quando um é um pronome, e também tenho dúvidas que um ser numeral cardinal (admitindo que um artigo indefinido ...


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Let’s get two little things out of the way first. You don’t write or say levar-os: levar + os becomes levá-los. And you don’t write a onde separately: you write aonde. Now the important thing: you need onde in both sentences: so your choice really is between até and a (and a merges with onde to form a single word): (a) Eu me dirijo até onde os meus filhos ...


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Vais de (algum lugar) até é possível, mas não na situação descrita. Creio que neste aspeto nem haverá diferença entre Portugal e Brasil. Imagina que a Ana sabe que o Beto viaja frequentemente entre Lisboa e Porto: Beto: Vou a Londres no mês que vem. Ana: Ah, vais de Lisboa ou do Porto? Outra possibilidade: Vais de Lisboa ao Porto em duas horas, na ...


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Esse "de" provavelmente significa "sobre", e sua adoção costuma carregar uma diferença sutil. Enquanto "O Princípio dos Dias" pode sugerir uma obra exaustiva sobre o princípio dos dias, "Do Princípio dos Dias" = "Sobre o Princípio dos Dias" sugere apenas uma discussão/descrição relacionada ao tema. Ou ainda, ...


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Resposta por intuição: Provavelmente o símbolo correto nessa situação seria, não a letra “xis” mas o sinal de multiplicação, ×. Penso que a leitura correta seja “com”: «HTML × Javascript» significa efetivamente «HTML com Javascript». O sinal de multiplicação quererá dizer que cada um dos elementos indicados é um fator que entra na solução.


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As minhas buscas no Google deram uns resultados curiosos. O Google Books mais ou menos confirma a minha intuição, que se traduz numa regra tosca: a propensão a usar o de aumenta à medida que o ano em extenso se torna mais longo. Assim, a esmagadora maioria dos livros escreve no ano de 1974, mas no ano 4, no ano 30 ou no ano 900. Podem ver o números na tabela ...


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No Brasil, coloquialmente, usa-se preferencialmente "para", ou melhor "pra", em quase todas as situações. Em algumas situações prefere-se "a". Exemplos: "Vou à praia amanhã." (talvez para evitar o cacófato "vou pra praia") "Vou ao cinema" "Eu não vou à aula hoje" Com frequência, ouve-se também formas incorretas como: "vou na casa de fulana", "você vai na ...


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Estar no seu agrado até faz sentido, mas a expressão consagrada é estar do seu agrado; consagrada quer no uso popular, pelo menos em Portugal (é o que eu sempre ouvi), quer na literatura (portuguesa e brasileira), como se pode ver no Google Books. A lógica pode ver-se na seguinte comparação: Feijoada é ___ seu agrado? versus A feijoada está ___ seu agrado? ...


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Não vejo diferença alguma. Gramaticalmente, ambas as formas estão corretas e são de uso corrente em pt-BR. A canção "Happy Birthday to You" foi traduzida para o Portugués como "Parabéns pra você" e, talvez por esse motivo a preposição "para" tem sido muito usada. Eu, pessoalmente, só uso "pra" na canção, e uso "...


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O segundo exemplo é agramatical. a tropa atacará o portão ao os aldeões "ao" é a contracção da preposição a e do artigo ou pronome o. "ao os" seria a+o+os: a - preposição o - artigo definido masculino singular os - artigo definido masculino plural Não conheço nem imagino uma situação em que a gramática permita dois artigos seguidos. ...


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Óleo de canola é que está correto. Canola é uma planta, logo a palavra é um substantivo. Só faria sentido dizer óleo canola se canola fosse um adjetivo. Faria tanto sentido dizer óleo canola como dizer óleo palma ou óleo soja. Na verdade, o artigo na Wikipédia, apesar de ter como título *óleo canola" utiliza óleo de canola no texto.


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That is a mistranslation. Gosto desse café should have been translated to I like that coffee. Of course, now you have esse and aquele both mapping to that. The difference is that esse refers something close to the person you're talking to, while aquele refers to something distant from both participants. If the use is not related to location and is instead ...


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Bem, em pt-BR não parece haver uma regra a respeito, mas posso responder sobre o que se ouve e o que se lê. Informalmente, mais frequentemente costumamos dizer... "Ela nasceu em 1981" "Eu visitei Paris em 1998" "Jorge Amado morreu em 2001". Nos exemplos acima, se fôssemos incluir "no ano", também incluiríamos a preposição "de". Quando não usaríamos ...


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Sim, a tese de que para é aí um complementador é avançada por alguns. Por exemplo, Ana Brito na gramática de Maria Mateus e outras (pág. 392 da 6ª ed.): De um modo geral, tanto [as preposições como as locuções prepositivas] são categorias lexicais, porque seleccionam complementos e estão-lhes associados valores semânticos. Algumas preposições são ...


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As preposições indicadas pelo Dicionário de Verbos e Regimes de Franscisco Fernandes (45.ª ed.) são a e para: Pronominal — Encaminhar-se: "Apenas os viu desaparecer, DIGIRIU-SE para Hermengarda." (Herculano, Eurico 233.) "DIRIGI-ME a um daqueles vultos." (Idem, apud Stringari.) Tem também uma nota no fim, dizendo que no sentido de ...


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"Ir em" como sinônimo de "ir a" é uma construção coloquial, rejeitada pelo padrão. É aceitável no padrão em construções tais como "fui no vôo das sete e meia", ou "vou no carro do João", como apontado pelo felipe.zkn (mas aí não é exatamente sinônimo de "ir de"). Usa-se também em construções como "vamos em comissão", "fomos em comitiva", "íamos em doze, ...


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The verb cair is a quite versatile one, having different meanings for each context: "Cairão ao chão" is correct and means they will fall to the ground. The usage of "ao", although correct, is unusual among Brazilian Portuguese speakers. It might be unusual among European Portuguese speakers, as well. You can definitely use it, though. "Cairão no chão" is ...


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Há uma regra na gramática normativa que pede a não contração do sujeito dos verbos no infinitivo com preposições, entretanto esta regra não é rígida. Gramáticos como Evanildo Bechara, Rocha Lima e Adriano da Gama Kury não desaprovam a contração do sujeito de verbo no infinitivo + preposições. O professor Rocha Lima afirma, na Gramática normativa da língua ...


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