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Português Existem duas formas distintas de escrever o fonema /s/ hoje porque a nossa ortografia moderna não reflete a pronúncia atual, mas sim a pronúncia do português arcaico. A letra ç tem origem no castelhano antigo. Naquela época ainda se escreviam as palavras da mesma forma que elas continuam a ser escritas no português moderno. Existiam seis sibilantes ...


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De acordo com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, sim, fazem parte do alfabeto. BASE I: DO ALFABETO E DOS NOMES PRÓPRIOS ESTRANGEIROS E SEUS DERIVADOS O alfabeto da língua portuguesa é formado por vinte e seis letras, cada uma delas com uma forma minúscula e outra maiúscula: Obs.: Além destas letras, usam-se o ç (cê cedilhado) e os ...


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Confusão comum. O alfabeto oficial brasileiro original tinha 23 letras. Isso se deve ao fato de que não existe qualquer palavra de língua portuguesa que utilize W, K ou Y Porém no acordo ortográfico de 1990 foi instituído o alfabeto latino de 26 letras que deriva do padrão ISO/IEC 646. Note que esse padrão ISO foi criado para uso em informática e por isso se ...


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Fazem parte apenas teoricamente, porque na prática são apenas para dar "suporte" a termos em línguas estrangeiras (como o inglês, por exemplo), nomes que usam essas letras (seja de pessoas ou lugares) e siglas (como KM, por exemplo). Ou seja, na língua portuguesa não existem palavras não estrangeiras que usam essas letras. Por exemplo, termos como "...


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Para corrigir a grafia de várias palavras em que o "c" não se justifica. Era o "c" em latim sempre pronunciado como "k": Cícero, Kíkero; Díscere, dískere. Na decadência do latim, e, conseguintemente, na formação das línguas neolatinas, o som de gutural explosiva forte continuou antes de "a", "o", "u": Caro Corpo Culpa Mas abrandou-se antes das vogais ...


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I believe the short answer is: we don't know. Pre-tonic syllables Scholars seem to agree that the Brazilian and European variants of Portuguese began diverging around the XVII and XVIII centuries: PT: Os historiadores da língua portuguesa concordam em afirmar que a pronúncia do PB é mais próxima da do Português Clássico (doravante PCl) do que a do PE. Este ...


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Sim, esse padrão foi comum no português, europeu e brasileiro, até ao século XIX. Chama-se a isso apossínclise, que é, citando este artigo do Ciberdúvidas: intercalação de uma ou mais palavras entre o verbo e o pronome átono proclítico (ex.: «o que eu lhe não disse» [em vez de: «o que eu não lhe disse»]). Conforme explicado na Gramática da Língua ...


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It says here that before their forced conversions Portuguese Jews had "easily recognizable" names (I don't know if that's true) and it gives a long list. It also says: Como característica geral, os nomes judeus nunca têm patronímicos à portuguesa, se bem que pelo menos os nomes antecedidos por ben o pareçam ser. Como é o caso, por exemplo, de ...


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Quando se deu a transformação? Procurando superficialmente uma publicação achei: Mendes, Ronald Beline. "A evolução do passado composto em português."Todas as Letras-Revista de Língua e Literatura 7.2 (2009). “A principal questão que motivou nossa análise foi: como a perífrase TP deixou de ser usada para expressar aspecto perfectivo (resultado), passando ...


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O filólogo brasileiro Manuel Said Ali explora precisamente essa questão na Gramática Histórica da Língua Portuguesa (1931, p. 116-9). Diz ele (grafia original): Os pronomes interrogativos da lingua portugueza desde os seus primeiros tempos são : quem, qual, que. Como equivalente de que (= que cousa), e em certos casos preferida, surdiu e fixou-se em ...


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Palavras terminadas em "ri" são normalmente reconhecidas em tempos modernos como parte do sotaque Alentejano (mais acentuado nas zonas entre Beja e Évora). Este não foi sempre o caso, em tempos mais antigos este tipo de dicção estava espalhado desde a zona de Castelo Branco (possivelmente até Fundão) até à fronteira natural entre o Alentejo e Algarve pelas ...


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Em português europeu a situação é diferente. Neste, essas palavras não têm terminação anasalada. Não poderiam ser escritas com -m em vez de -n porque isso mudaria a sua pronúncia. Talvez a razão para começarem a ser escritas assim seja distinta; mas hoje em dia não são uniformizadas para -m por questões fonéticas. Vê este tradutor automático de texto para ...


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"Hipótese" tem esse uso já há bastante tempo. O problema é que "hipótese" foi adotada para uso quotidiano sem a definição formal cientifica, dada na pergunta do Jacinto. Data pelo menos de 1821, no livro "Diario das cortes geraes e extraordinarias da nação portugeza". A palavra hipótese aparece somente uma vez com o mesmo significado/conotação da pergunta. ...


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Pois são palavras que surgiram no português mais recentemente, provavelmente após o século 16, quando a grafia, antes baseada majoritariamente na fonética, passou a dar mais peso à etimologia das palavras. Como o Miguel Marques coloca no Ciberdúvidas: A razão para as palavras que o consulente apresenta [hífen, hímen e sêmen] terminarem em n é etimológica. ...


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Vejamos o que diz Celso Cunha na Nova Gramática do Português Contemporâneo (1984): O pronome adjectivo possessivo precede normalmente o substantivo que determina [...]. Pode, no entanto, vir posposto ao substantivo: Quando este vem desacompanhado de artigo definido: Esperava notícias tuas para de novo te escrever. (António Nobre, CI, ...


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Não se trata de algum tipo de regionalismo, mas de um artifício para evitar cacofonia. Note que, nos exemplos dados, a palavra seguinte ao "u'a" sempre se inicia com a letra "m": escrever/ler "uma" nesses casos provocaria um som estranho causado pela repetição sequencial do fonema "/m/", fazendo "uma mão" soar como "o mamão".


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Numa aula de Direito Constitucional I recente, um professor fez referência a essa grafia e fiquei instigado procurando por algum esclarecimento. A forma que ele falou denotou que havia certa diferença de significado entre "uma" e "u'a", mas parece ser apenas diferença de grafia mesmo.


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Caro Jacinto, não respondendo diretamente à sua questão, mas não tendo espaço nos comentários para alongar, devo referir que a utilização de impropérios nas cantigas de escárnio e mal-dizer sempre foi aceitável, e tal está devidamente registado. Logo, pelo facto de caralho aparecer numa dessas cantigas que cita, julgo que tal não viabiliza per se a tese de ...


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Um meu amigo é aceite mas muito menos usado que um amigo meu: Um meu amigo chinês, quando passeávamos ambos pelas ruas de Pequim, exclamou de repente com entusiasmada veemência: "Olhe um asno!" (Armindo Trevisan, Como Apreciar a Arte, 1990, p. 74.) Uma minha amiga me disse que, ao comprar uma camisinha para mim no Oriente Médio, só havia homens na ...


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Nada impede que tu fales "o amigo meu" ou "um meu amigo". No Brasil ninguém diria que é errado, mas não é o modo como nos expressamos. Da mesma forma, não dizemos "as filhas minhas" ou "uma minha conquista". Este último, por sinal, além de unusual forma um belo cacófato. Já "o amigo meu", se falado rapidamente, será confundido com "um amigo meu".


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Por motivos etimologicos. Por exemplo a palavra espaço, poderia grafar-se espasso, mas isso afastá-la-ia de outras linguas, como o espanhol espacio, o inglês space, etc. Se fossemos por essas simplificações, poderiamos substituir todos os S com som de Z por Z (caza, fraze, quaze), e então substituir todos os SS e todos os C com som de S por S (pasado, ...


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