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Esse "de" provavelmente significa "sobre", e sua adoção costuma carregar uma diferença sutil. Enquanto "O Princípio dos Dias" pode sugerir uma obra exaustiva sobre o princípio dos dias, "Do Princípio dos Dias" = "Sobre o Princípio dos Dias" sugere apenas uma discussão/descrição relacionada ao tema. Ou ainda, ...


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Sinhá comes from Senhor/a (Sir). Today it's not used any anymore, but it's related, as you said, to the slave owner or somebody rich. In this case, Sinhá has not a meaning but it's a name. Sinhá is the name of the bird. I think it's the same construction you can see in Father John, for example. Of course, the name wasn't chosen by chance or it wouldn't ...


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O soneto surgiu na Sicília, Itália, na primeira metade do século XIII e sua invenção é creditada a Giacomo da Lentini. Fontes: História e Teoria do Soneto (cap. 1) — Cruz Filho, anotado por Glauco Mattoso Teoria do soneto: de Giacomo da Lentini ao século XXI — Solange Rech (e-print)


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Os dois ditados têm mesmo significado: quem não quer arcar com as consequências de uma ação, não a pratique; quem não quer enfrentar as dificuldades de uma situação, não se meta nela. No caso d'O Cortiço de Aluísio de Azevedo (originalmente publicado em 1890), um homem enrolou-se com uma moça menor. A mãe da moça exige que ele case com ela, mas ele parece ...


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"Matamos o tempo; o tempo nos enterra." Matar o tempo significa entreter-se ou realizar alguma atividade, geralmente não-produtiva, enquanto as horas não passam. Por exemplo, fazer palavras cruzadas enquanto esperamos uma chamada para embarque. "O voo vai atrasar três horas. Preciso arrumar alguma coisa para matar o tempo." Já "o tempo nos ...


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I'll try to clarify two of those: Matamos o tempo; o tempo nos enterra. Matamos o tempo can be translated literally as "to kill time", ie, do nothing usefull while you're getting older and older. O tempo nos enterra- Literally, Time (capital letter) buries us, we die a little bit each day. Não te irrites se te pagarem mal um benefício: antes cair das ...


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Acho que a preposição neste caso é um recurso estilístico, podia-se omitir ou usar outra palavra no seu lugar. Repare-se que a presença da preposição é mais elegante do que a sua ausência. Em sentido prático as palavras alternativas todas seriam mais longas, com mais letras. Este uso é muito comum em determinados círculos principalmente nos ensaístas, na ...


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A ficção é uma narrativa imaginária, irreal, ou para redefinir obras criadas a partir da imaginação. A não-ficção é uma narrativa factual sobre a realidade.


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Não há nada de errado na locução de resto, mas vários autores do século XIX consideraram-na um galicismo. Era provavelmente por isso que o Capitão Pelino não gostava dela. Um pouco mais à frente na história diz-se que ele lia Cândido de Figueiredo, precisamente um dos autores que condenou a locução como sendo “francês puro”. Vejamos o que diz o dicionário ...


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