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O correto é "nada a ver". "Nada haver" não faz sentido, porque "haver", neste caso estrito, dentre os significados, pode significar "existir" ou "estar na posse de", então não tem como aplicar o "haver" no contexto, sem modificar ou adicionar algo na expressão e sem mudar o sentido. A expressão "nada a ver" seria algo como "nada a ter com", ou melhor, "não ...


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O correto, segundo a norma padrão da língua portuguesa, é "com certeza", separado. "Concerteza" é um erro um tanto comum de ortografia. "Com certeza" indica que há a certeza do que se está falando, fundamentado em um fato. É sinônimo de "sem dúvida". — 2+2 = 4. Você considera correto esse resultado? — Sim, com certeza! Como também pode significar ...


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A expressão nada haver está incorreta, pois apesar de nada poder ser utilizado como advérbio (exp.: nada tem), o verbo haver ou é utilizado juntamente com outro verbo (exp.: vai haver, deve haver), ou simplesmente substitui o uso do verbo ocorrer (exp.: está a haver uma festa). Logo, nunca teria o significado de nada existe, pois haver e existir têm ...


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O Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa diz que está correto: que nem significa como. Mas eu compreendo perfeitamente a razão da pergunta: porque razão é que que nem haveria de significar como? Imagino que originalmente que nem significasse mais que: Maria trabalha que nem a mãe dela (trabalha) Faz sentido se ambas trabalharem muito: Maria ...


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Tal como você disse, a posição normal do adjetivo na língua portuguesa é à direita do substantivo, no entanto há casos em que a posição usada, na colocação de adjetivos qualificativos, altera a forma como interpretamos a frase: A sequência normal SUBSTANTIVO + ADJECTIVO dá a noção de que o adjectivo possui valor objectivo: noite escura dia triste ...


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Há uma distinção importante entre crase e acento grave. Crase é um fenômeno linguístico (fonológico, acima de tudo) que pode ocorrer no seguinte contexto: duas palavras são pronunciadas em sequência, tais que o último som da primeira palavra é igual ao primeiro som da segunda palavra e esse som é uma vogal. Ocorre crase quando os falantes reduzem a pronúncia ...


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Esse tipo de expressão é um pleonasmo (Wikipédia). O pleonasmo é uma redundância (propositada ou não) numa expressão, enfatizando-a.


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Em português, mesmo na variante europeia, é completamente errado escrever a contração "à" em vez da forma verbal "há", em situações que se refiram a tempo passado: deve ser, por exemplo, "há duas semanas" e não "à duas semanas". A contração do artigo definido feminino com a proposição "a" utiliza-se em frases como "fui à feira".


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Não é exatamente incorreto. "Te" é pronome pessoal do caso oblíquo, no caso, na segunda pessoa do singular. No Brasil, por exemplo, é mais comum usar a terceira pessoa do singular. Portanto, não é totalmente incorreto dizer: Eu te amo. É apenas incomum (exceto para alguns estados, como Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde a segunda pessoa do ...


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Parece haver um consenso que o árabe contribuiu para o português apenas com vocábulos, e, dentro destes, sobretudo com substantivos. Que a influência na gramática não poderia ser grande é claro para quem tenha aprendido francês: o francês não pode ter tido grande influência árabe, e a gramática francesa é parecidíssima com a portuguesa. Mas vejamos o que ...


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Usa-se "e/ou" em vez de "ou/e" porque se segue o modelo da forma inglesa and/or. O uso do "e/ou" retira ambiguidade à frase, tendo o mesmo sentido de um "ou" inclusivo: hoje vou correr ou andar de bicicleta (ou fazer as duas coisas). Consultar Ciberdúvidas: Sobre o uso do e/ou.


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As duas expressões estão corretas e estão ambas em uso pelo menos desde o século XVI. A expressão risco de morte é mais fácil de analisar, pois podemos parafraseá-la por risco de morrer, enquanto risco de vida não é risco de viver. Mas risco de vida é logo o primeiro exemplo dado pelo dicionário Houaiss (abreviaturas desabreviadas): 1 risco s. m. 1 ...


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"Status" é a palavra latina que se transformou, por meio de vários processos linguísticos, na palavra portuguesa "estado". No entanto, a palavra original do latim foi reintroduzida no português, além de passar a fazer parte de outras línguas não-românicas, como o inglês. O mesmo ocorreu a centenas de outras palavras latinas, em virtude, principalmente, da ...


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Aonde = para onde. No exemplo que você deu, Aonde você vai? Onde = em qual lugar. No exemplo que você deu, Onde fica o Cristo Redentor? (Fonte)


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Ambas são corretas. Na primeira forma é utilizado um verbo composto, formado pelos verbos ir e comer, no presente e no infinitivo, respetivamente; na segunda forma, é usado o verbo fazer no futuro. As duas frases são equivalentes, mas, para mim, a segunda parece dar a ideia de um futuro mais distante: Farei eventualmente um bolo.


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Sim, é de uso corrente no Brasil, é informal, e é gramatical. Significa "como" ou "igual a". Contudo não fica bonito no Português escrito e formal, a não ser que estejamos reproduzindo a fala de alguém. Ouvimos com frequência por aqui: "Você vai assim? Vestida que nem uma mendiga?" "Trabalhei que nem um desgraçado e não consegui juntar um tostão." "Ela fala ...


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"favor" (faça o favor de) é seguido por verbo no infinitivo e soa mais como um aviso mas pode até mesmo parecer uma ordem, dependendo de contexto e intonação. Favor solicitar a alteração. Favor não sujar o tapete. Favor não cuspir no chão. Favor apresentar seus documentos no balcão. Por favor, soa mais como um pedido pessoal e também soa mais educado. Não ...


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A lematização é o processo, efetivamente, de deflexionar uma palavra para determinar o seu lema (as flexões chamam-se lexemas) Por exemplo, as palavras gato, gata, gatos, gatas são todas formas do mesmo lema: gato.1 Igualmente, as palavras tiver, tenho, tinha, tem são do mesmo lema ter. E bom, melhor e ótimo são lexemas do lema bom. A lematização é útil ...


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Unlike (standard*) English but like the other Romance languages, Portuguese uses what’s called negative concord (concordância negativa in Portuguese). This means that multiple negative elements occurring in the same clause in Portuguese do not cancel one another but rather reinforce each other. This is not at all the same thing as a double negative (dupla ...


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Inicio a resposta com exemplos: Citações, palavras irônicas ou enfatizadas, estrangeirismos: Ele é um verdadeiro "expert". Você recebeu o meu "feedback"? Conforme dizia Descartes: "Penso, logo existo". (em citações ." também é aceito - vide regras abaixo) Ele disse "não". Transcrições: "Mas a saudade é isto mesmo; é o passar e repassar das memórias ...


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Observe que ambos os termos são advérbios de lugar, expressam a ideia de um local ou posicionamento. Onde traz o significado de "em qual lugar", podendo ser utilizado também para se referir a um termo anterior na frase funcionando de modo similar a "que" com função de pronome relativo. Onde estou? Onde você vai morar? "O meu lugar é ...


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Senão (preposição) equivale a do contrário, exceto. Usando teu exemplo: Não conseguimos falar com ele exceto depois da reunião. Se não equivale a caso não: Caso não esteja em casa cedo, ficas sem jantar.


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Sim, de facto devia ser «banco de trás». Esse é até exatamente o exemplo do Aulete: De trás 1 Que se situa atrás; traseiro: Foi sentar-se no banco de trás. Portanto de trás é um adjunto adnominal, que funciona como o adjetivo traseiro. Apesar de o Aulete não o mencionar (mas veja-se o Priberam), de trás também pode ser usado para iniciar um sintagma ...


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Certamente se pode estudar (sentidos 1. e 2. do Aulete, respetivamente aplicar o raciocínio, a percepção, a memória etc. para aprender e frequentar curso ou ser estudante (de)) uma dada ciência ou disciplina. E a biologia é a «ciência que estuda os seres vivos e as suas leis orgânicas» (Priberam). Portanto, não há nenhuma razão para evitar estudar biologia (...


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Your question is both easier and harder than it appears. The easy part is that Portugal uses “familiar” second-person tu imperatives with friends and children, which in affirmative commands preserve the stem vowel of the verb. These are unlike the third-person imperatives one would use with você or o senhor with people you’re being more polite with for ...


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A forma correcta é Nós vamos nos divertir ou Nós vamos divertir-nos (sendo a última mais comum em Portugal). O motivo para isto é que o pronome que o verbo reflexivo necessita tem que concordar em número com o sujeito da frase.


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Em relação à primeira pergunta, a palavra meta não é considerada um adjetivo, mas pode ser considerada como um substantivo feminino ou um prefixo. Sobre a utilização do "Meta Stack Overflow em Português" não existem quaisquer problemas na sua utilização. No caso que tu apresentaste a palavra meta é considerada como prefixo isto porque: Exprime a noção de ...


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Em vez de: significa no lugar de, emprega-se quando o sentido é de troca, ou seja, substituição. Exemplos: Em vez de viajar de ônibus, fui de carro; Em vez de ir ao cinema, fui ao teatro; Em vez de refrigerante pedimos suco. Ao invés de: deve ser empregada apenas quanto existe a ideia de oposição, de situações contrarias. Exemplos: Ao invés de ...


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You are probably searching for definite article (artigo definido) and its uses. Definite Article Guidelines (Dicas para Artigo Definido) The Brazilian Federal Senate has this Guideline that can be useful. Another good source is this site. 1 - General Use a) individualizes the noun: O marido, a mulher e os filhos compareceram à festa. / Aquele era o ...


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Não. Como mencionei nestoutra resposta, não é possível usar simultaneamente dois clíticos que não têm formas distintas para o acusativo e para o dativo (i.e. clíticos da 1ª e 2ª pessoas). Segundo a Gramática do Português da Gulbenkian (vol. II, p. 2236): Os pronomes de primeira e segunda pessoa, que não apresentam formas morfofonologicamente distintas ...


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