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As duas formas são corretas, depende é de quem está "a escrever" (remetente) o ofício ou memorando. Se for por exemplo uma empresa usamos o "Vimos por meio deste..." porquê se refere a empresa (Nós): Vimos (Nós empresa) por meio deste... No caso de ser eu a escrever em meu próprio nome usa-se "Venho por meio deste": Venho (eu) por meio deste...


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I respectfully dissent from Armfoot's answer as to usage and I'd like to also address the "why?", which is after all the title of the question. On Usage First we need to distinguish two usages: (1) "vós" referring to a single person and (2) to a multiple persons. In the first case, "vós" used to be used as a deferential or formal treatment (more on that ...


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EDITADO de acordo com comentários abaixo acerca das diferenças entre o português brasileiro e de Portugal (ou europeu). Português brasileiro Próclise primeiro Via de regra, dê prioridade à próclise: Eu te avisei. Eu não te falei. Te avisei. (informal) Depois a ênclise Use a ênclise quando o pronome for a primeira palavra da oração1: Avisei-te, mas ...


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From that wiktionary link there are a few current situations where "vós" is still used: in certain areas of Portugal (inland areas particularly: these may refer to non-coastal areas or rural areas where older generations have a traditional way of speaking); if you want to mimic the style of old Portuguese proses and poems; in extremely formal ...


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Essa decisão depende do número gramatical do emissor. Normalmente existe numa identificação dos intervenientes no fim do documento, com uma assinatura. Se este foi redigido por mais do que uma pessoa, as frases deverão tomar a pessoa "nós", no plural. Se uma pessoa está a publicar em nome de várias pessoas, também poderá usar o plural, desde que se dê a ...


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Os fonemas, a escrita e a língua materna da pessoa que produziu a palavra (ou sociedade na qual ela ocorre) me parecem critérios razoáveis para se determinar se a palavra faz parte de uma língua ou outra, se recebeu influência de uma língua ou outra, e assim por diante. As palavras de uma língua não são propriedade de nenhuma instituição oficial. Aliás, ...


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A adesão às normas ABNT é comum no Brasil, mas elas não são (universalmente) obrigatórias, como esclarece o próprio website da ABNT: Normalmente são voluntárias, isto é, cabe aos agentes econômicos decidirem se as usam ou não como referência técnica para uma transação. Exemplo: Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) E, ...


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"I know that "ia" is a spoken form of "iria" No, not always. Even though "ia" is often substituted for "iria" in conditional clauses, as in "se você me convidasse, eu iria/ia" (futuro do pretérito), "ia" is the current form of "ir" in the "pretérito imperfeito do indicativo" (quando jovem, eu ia ao cinema aos domingos) and it isn't a substitute for "iria" ...


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Não A frase possui predicado sem verbo, o que vai contra a definição de uma oração que possui sujeito, no caso, "Homens".


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Eu consegui da nossa complicação destilar uma regra relativamente simples. Mas só garanto a sua validade em frases com verbo simples; não se aplica tempos compostos ou locuções verbais como tenho dito, vou dizer, quero dizer; e mesmo assim há de certeza muitas exceções. Foi o que eu consegui arranjar. Nota prévia: a mesóclise é um mero substituto da ênclise ...


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As palavras tornam-se parte da língua quando há uma grande parte de pessoas a utilizá-las e um dicionário decide incluí-las. Este processo pode demorar muito tempo, e, se o significado da palavra em questão for óbvio a partir dos morfemas que a constituem, será necessário que seja definida por um dicionário? :P


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The grammar rules are simple. If you address someone by você then the imperative, as everything else, goes third person singular; if you address someone by tu, then, well, it’s second person singular: Como está (você)? Sente-se aqui. Esteja à vontade. Tome um café, coma um bolinho. Come estás (tu)? Senta-te aqui. Está à vontade. Toma um café, come um ...


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Saí recentemente do secundário e lembro-me apenas de aprender algures na primária/básico as formas corretas de proceder à colocação pronominal, quando estávamos a aprender a conjugar verbos, e de falar dos contextos que exigem alguma atenção. Por exemplo, no caso do verbo ter-se: no modo condicional/futuro do indicativo: colocar pronome entre radical e ...


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Tal como o Jacinto, não me recordo de as regras de colocação dos pronomes clíticos serem formalmente ensinadas na escola. Recordo-me, por exemplo, de aprender as formas aglutinadas mo, no-lo, etc.. Mas não creio que o facto de serem ensinadas na escola tenha muita influência na forma como as pessoas falam; em particular não me lembra alguma vez ter ouvido um ...


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Tão naturais como beber um copo de água (ok, talvez com uma exceção). Eu nunca aprendi regras de colocação pronominal na escola. Aliás quase não aprendi gramática. A disciplina de língua portuguesa incidia sobretudo sobre literatura. Não sei se as coisas mudaram entretanto. Eu vi aqui há uns tempos sites brasileiros sobre colocação pronominal, motivado por ...


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In Brazil, vós is all but extinct, but half a century ago, I was still required to learn it in elementary school. It is very useful nowadays when I feel the need to get infuriated with writers/translators who don't know how to use it, but feel compelled to try, and to fail miserably. I have seen things like "sejais pacientes", "não sejai tolo", and so on. ...


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