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Esse tipo de expressão é um pleonasmo (Wikipédia). O pleonasmo é uma redundância (propositada ou não) numa expressão, enfatizando-a.


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É chamado de "prolepse": Figura pela qual se previnem objeções, fazendo-as antecipadamente a si mesmo e refutando-as logo depois. Do latim e do grego prolepsis, "ação de tomar de antemão", "antecipação".


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Metalepse, ao citar o tempo que percorrer a distância tomará (a consequência) no lugar da distância em si (a causa). "Metalepse. [...] Figura em que se toma o antecedente pelo consequente, e vice versa: Eles viveram (por eles estão mortos); Surgiram as flores (por é primavera)." Buarque de Holanda (1965). Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 1a edição, 14a ...


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FIGURAS DE LINGUAGEM São recursos de expressão, utilizados para ampliar o significado de um texto ou suprir a falta de termos adequados em uma frase. As mais comuns são: antítese, metonímia, metáfora, comparação, sinestesia, paradoxo, personificação (ou prosopopeia), hipérbole, eufemismo, ironia, elipse, zeugma, pleonasmo, polissíndeto, assíndeto, ...


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O nome desta prática é Pleonasmo Vicioso, e é tido como um vício de redundância. Ao contrário do afirmado em outras respostas, este hábito vai além do simples pleonasmo, e constitui-se em um vício de linguagem que deve ser evitado. Geralmente o interlocutor que exprime tais frases não está buscando enfatizar alguma ideia, mas sim está demonstrando mau uso ...


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Figuras de linguagem são maneiras de tornar as mensagens que emitimos mais expressivas. São subdivididas em figuras de som, figuras de palavras, figuras de pensamento e figuras de construção. ANTÍTESE É uma figura de pensamento, consiste na utilização de dois termos que contrastam entre si. Ocorre quando há uma aproximação de palavras ou expressões de ...


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Existe uma figura de linguagem chamada cacofonia que ocorre quando uma palavra ou sílaba, em união com outras, formam expressões com sons desagradáveis ou ambíguas; com duplo significado. Alguns exemplos: "Vi ela" = (viela) "Amo ela" = (moela) "A boca dela" = (cadela) "Uma mão lava outra" = (mamão) "Ela tinha" = (latinha) "Na vez passada..." = (vespa) Caso ...


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Errado não é... Quando muito pode ser um pleonasmo, o que não significa que cima/etc. seja redundante; há um reforço da ideia que é frequentemente importante. Mas nem sequer é claro que seja o caso dos exemplos muito truncados que dás. Pegando no primeiro exemplo, para mostrar que cima nem sempre é redundante: Em alguém subir para X, X pode ser um ponto de ...


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Eu não classificaria este uso como figurativo, a não ser que o emissor esteja usando uma ironia: Sinto muito ter incomodado você com minha beleza e inteligência, mas nem todos conseguem ser insignificantes. Nos exemplos que você citou, eu não vejo o emprego desta expressão como linguagem figurada, mas como linguagem literal mesmo. O sentido que o emissor ...


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Envenenando o poço Poisoning the well (or attempting to poison the well) is a fallacy where irrelevant adverse information about a target is preemptively presented to an audience, with the intention of discrediting or ridiculing everything that the target person is about to say. Poisoning the well can be a special case of argumentum ad hominem, and the term ...


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Short answer: It is easier to prejudge someone beforehand rather than to put yourself in this person's shoes. Long answer: I see this as a scenario where some A dude/dudette would try to argue with some one about one idea/case/occurrence which is totally away from his/her reality, maybe giving little credit for whom is defending a cause (in this case, the ...


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Eu tinha lido esse post mais cedo e a expressão é mesmo impactante mas note que ela é um complemento de a bridge that was burned que em português poderia ser traduzido não literalmente como: Uma porta (oportunidade) se fechou (p/ sempre). Por isso fica difícil de traduzir e qualquer tentativa deve levar em conta todo o contexto. Minhas propostas são: This ...


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Algumas possibilidades são: Deixe as cinzas para trás. Não se prenda às cinzas. Abandone as cinzas. Dê as costas às cinzas.


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Questão interessante, que no meu entender ultrapassa a mera questão semântica e se encontra no domínio da psicologia coletiva. Atentai que o processo não ocorre apenas na língua Portuguesa, o que indicia que o processo é mais geral e não propriamente particular. A palavra inglesa rude além de significar "ofensivo" ou mesmo "rude", também significa, de acordo ...


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Eu diria que o cerne da resposta não é epistemológico, mas sim semântico. O que é comum não é especial; o que é simples não é sofisticado. Mesmo quando o latim era língua viva, o habitante da vila era considerado menos importante que o habitante do castelo, e o preço era também uma medida de valor. Não entrando no mérito do valor da simplicidade (e de ...


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É um ataque ad-hominem. Mais especificamente, é um "argumento ad hominem abusivo": em que se ataca a reputação do arguente em vez de se atacar a força dos seus argumentos em si. Alguns dos outros tipos seriam: Circunstancial - a parcialidade de alguém não implica a falsidade dos seus argumentos (um padre diz que o seu deus existe, "claro, senão não tinha ...


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