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Se te pedisse para soletrar bá, o que me dirias? Provavelmente "bê, á. Bá", ou seja, primeiro listarias as letras (esquerda–direita), soletrando, e depois dirias a palavra: "bê, á. Bá". Eis bê-á-bá! Assim diz o Houaiss.


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Well, if you go far, far, far, back, according to Wiktionary, vinte ultimately comes from Proto-Indo-European (PIE) dwi(h₁)dḱm̥ti, meaning ’two tens, two decades’; dwóh₁ was ’two’ (Wiktionary), and déḱm̥ ’ten’ (Wiktionary; these were reconstructed by linguists, not attested words). These eventually became viginti, duo and decem in Latin, which became vinte, ...


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de acordo com a revista Super interessante onde fica a casa da mãe joana Na França. Eram os bordéis de Avignon no século 14. O termo surgiu quando Joana, rainha de Nápoles, se refugiou lá em 1346, após se envolver em uma conspiração para a morte do marido. Chegando lá, passou a mandar e desmandar a ponto de regulamentar os bordéis. Então, cada prostíbulo ...


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Línguas naturais (em oposição às artificiais), são definidas pelo uso, não pela coerência lógica. Sobre a expressão "depois de mais nada", duvido muito que alguém a entendesse com o significado de "primeiramente". Dentre seus poucos usos que encontro, ela tem valor literal, como em: "Se a gente não mudar depois disso daí [a pandemia ...


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Complementando a resposta anterior, "bê-á-bá" tornou-se uma palavra presente nos dicionários e a forma correta é bê-á-bá (com acento nos dois "aa"). Plural: bê-á-bás). Em sentido figurado, significa noções iniciais de algum assunto ou atividade. ex. Ainda estou no bê-á-bá, mas daqui a alguns meses serei um expert no assunto. E o ...


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Para variação arcaica, sugiro "doudo". Tanto doido como doudo seriam versões aceites, mas doudo caiu em desuso. Veja-se a resposta de Yuuza na pergunta sobre cabelos listada no fundo desta resposta.) Isto tem a ver com as palavras com o ditongo "ou" terem também a alternativa "oi": ouro/oiro, touro/toiro, louro/loiro... Para ...


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No exemplo dado Auto performance, que nada mais é do que a capacidade de ter a consciência dos seus limites e de aceitá-los, mas não os deixar acomodar, e a partir disso, fazer intervenções necessárias, para o desenvolvimento de habilidades que o conduzirá a um bom resultado Isto parece referir-se a metacognição que é um área de estudo dentro da psicologia....


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Esse neologismo está longe de estar estabelecido na língua: o Google retorna apenas 54 páginas brasileiras com o termo, e todas, com exceção de "O livre", são relacionadas a carros automotores. Também o Corpus do Português não possui nenhum registro da expressão. De qualquer modo, uma possibilidade, apesar de menos específica que a definição dada, ...


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Resposta curta: Sim, na língua portuguesa é correto. A expressão já vem sendo usada no Brasil, de modo disseminado, há muitas décadas. Na língua falada seu uso é corriqueiro. Na escrita formal, eu evitaria. Quanto ao seu uso em "outras línguas", foge ao tópico "língua portuguesa".


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TL;DR: A origem pelo iídiche é extremamente difundida, mas aparentemente duvidosa e muitas outras origens são propostas, portanto "origem obscura" parece mesmo ser a descrição mais rigorosa. O registro mais antigo de "encrenca" no Corpus do Português é de Emílio de Meneses, num texto datado de 1911, em que a palavra é usada numa frase ...


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Em português europeu a situação é diferente. Neste, essas palavras não têm terminação anasalada. Não poderiam ser escritas com -m em vez de -n porque isso mudaria a sua pronúncia. Talvez a razão para começarem a ser escritas assim seja distinta; mas hoje em dia não são uniformizadas para -m por questões fonéticas. Vê este tradutor automático de texto para ...


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Essa aceção de aparador parece vir de aparato. Raphael Bluteau diz assim no Vocabulário Portuguez e Latino de 1712 (p. 417, grafia original): APARADOR, Aparadôr. A meza, ou casa, em que estâ o apparato dos pratos, & vasos, de que usa a nobreza, Vid. Copa, que he mais portuguez. O mesmo Vocabulário (p. 440) define: APPARATO, Apparáto. Pompa. ...


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Do latim o que nos veio foi estê (de stem e stet) e não esteje. Diz Manoel Said Ali (Gramática Histórica da Língua Portuguesa, 2ª edição, Rio de Janeiro, 1931, p. 160) que esteja, etc. foi influência do seja (grafia original): De estar, estou, usou-se em port[uguês] ant[igo] e entre os quinhentistas a formação regular: estê, estês, estê, estemos, esteis, ...


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Antes de cerca do século I a.C. (antes de Cristo), os romanos não tinham palavras específicas para as frações, eles não tinham nenhum nome para 1/7, mas tinham semis (1/2), triens (1/3), quadrans (1/4), septunx (7/12), dentre outros. No período clássico, os romanos começam a usar os ordinais, de tertius em diante, para frações, então, tertius designava tanto ...


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De acordo com o Aulete, a interjeição arreda, com o significado de sair, como em «Arreda daí!», vem do imperativo do verbo arredar, com mais significados. Já o verbo arredar vem do castelhano arredrar, que provavelmente vem do latim ad retro (para trás).


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Pois são palavras que surgiram no português mais recentemente, provavelmente após o século 16, quando a grafia, antes baseada majoritariamente na fonética, passou a dar mais peso à etimologia das palavras. Como o Miguel Marques coloca no Ciberdúvidas: A razão para as palavras que o consulente apresenta [hífen, hímen e sêmen] terminarem em n é etimológica. ...


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A origem da expressão seria dos métodos antigos de alfabetização (antigos -> década de 60 ou 70), quando os professores, para ensinar a ler e a escrever, ensinavam o alfabeto e o som das letras em conjunto. Bê-á-bá era a primeira união - B + A - que o professor ensinava, pois era composta pelas duas primeiras letras do alfabeto (imagina agora um professor ...


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Antes de mais nada, note-se que construções linguísticas não são necessariamente lógicas (EIDT COLLING, 2020). Sobre a expressão em questão, há quem sugira a alternativa "antes de tudo" (Recanto das Letras). Pessoalmente, como falante nativo de português brasileiro, a opção "depois de mais nada" me causa muito estranhamento.


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A etimologia de pão de ló é controversa, mas achei duas hipóteses: O criador do pão de ló, alemão chamado Lot, deu o nome ao bolo: pão de Lot > pão de ló. O substantivo ló pode se referir a um tecido fino, então, por comparação com a textura, diz-se pão de ló. Fontes: https://www.dicio.com.br/pao-de-lo/ e https://origemdapalavra.com.br/pergunta/pao-de-...


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Sem dúvida ambas as grafias são válidas. "Controle" é de uso consagrado pela maior parte da população lusófona, e amplamente dicionarizado também em Portugal. E aqui vale lembrar que não se pode afirmar que "o Ciberdúvidas aponta" — a afirmação é de um indivíduo, José Mário Costa, não um posicionamento do site (ainda que o José seja ...


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Espero que alguém encontre fontes melhores, mas, até lá, vale registrar que, de acordo com o Priberam e o Aulete, a palavra 'cágado' tem: origem controversa enquanto o Michaelis o descreve como tendo etimologia desconhecida e a Infopédia como sendo De origem obscura Então, a menos que esses dicionários se enganem, não sabemos qual é a etimologia dessa ...


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olha, tudo que eu vou dizer aqui e baseado nos meus quase 30 anos vivendo em São Paulo e falando o "dialeto paulistano", não creio que hajam registros disto, então o máximo que você vai conseguir são relatos tipo o meu. Pá aqui em SP (onde acredito que a expressão se originou) é uma espécie de "gíria coringa", a usamos para tudo. "ai ...


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Ao contrário do que foi dito, nalgumas comunidades rurais do Norte ainda se usa 'pois não'. Mas é em geral considerado um arcaísmo que sobreviveu intacto no Brasil. Já agora, se querem arcaísmos do português, vejam os crioulos de Cabo Verde, e possivelmente de outros locais (Guiné, Índia, Malaca...). Cheiinhos deles...


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A mais remota citação ao termo "caipira" que encontramos, em 1822, em São Paulo, teria sido ouvido por Saint-Hilarie como xingamento dos paulistas a pessoas de vilas vizinhas, feias e maltrapilhas - mas que só após 1828 o cientista teria feito um substancial estudo sobre a palavra "caipira" e constatado não ser originariamente indígena (...


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