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Do latim o que nos veio foi estê (de stem e stet) e não esteje. Diz Manoel Said Ali (Gramática Histórica da Língua Portuguesa, 2ª edição, Rio de Janeiro, 1931, p. 160) que esteja, etc. foi influência do seja (grafia original): De estar, estou, usou-se em port[uguês] ant[igo] e entre os quinhentistas a formação regular: estê, estês, estê, estemos, esteis, ...


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