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O estudo de referência sobre o assunto é ainda a “Nova Proposta de Classificação dos Dialectos Galego-Portugueses” de Lindley Cintra de 1971 (Instituto Camões). Este estudo baseia-se em dados recolhidos pelo autor nos anos 50, mas é ainda nele que se baseia a discussão do assunto na imensa Gramática do Português da Gulbenkian de 2013 (p. 88-104). Pronúncia ...


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Não. Nunca ouvi essa expressão em Portugal; só no Brasil, na região da Bahia. E para cimentar a minha experiência, segue isto: No Norte Português há cabelos alourados, que nos ficaram provavelmente do tempo das invasões viking ou dos tempos celtas... e com certeza que na Galiza se passa o mesmo. Mais ainda: a etnografia, cultura, e sociedades minhota e ...


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Sim, há dialetos no Brasil. O fato de os falantes das diferentes variedades do português brasileiro: se entenderem mutuamente (em alto grau); compartilharem um cerne lexical e gramático; e se referirem às mesmas autoridades (dicionários, Academia Brasileira de Letras, etc.); mostra que estas variedades não poderiam ser consideradas línguas diferentes. ...


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Minha experiência é que "Galego", no Rio de Janeiro, quarenta anos atrás, significava "português". A etimologia disso parece ser que o governo português, em algum momento da primeira metade do século XX, proibiu a emigração para o Brasil, resultando em uma corrente migratória que passava pela Galícia - ou pelo menos, por um passaporte espanhol falsificado, ...


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Procurei por todo o lado, e encontrei um único testemunho direto do uso da palavra chor na língua portuguesa, nomeadamente em Valpaços, Trás-os-Montes, numa carta de Joaquim de Castro Lopo publicada em 1895 na Revista Lusitana (vol III, p. 325-29, disponível no Instituto Camões): Nesta minha terceira carta á cêrca do sub-dialecto valpacense completarei as ...


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Brasília: Eu: passo / como / parto Tu: passa / come / parte (usado apenas no registro popular) Você / o senhor / a senhora: passa / come / parte Ele / ela: passa / come / parte Nós: passamos / comemos / partimos (registros culto e coloquial) / passa / come / parte (registro popular) A gente: passa / come / parte Vós: não utilizado Vocês / os senhores / as ...


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Em Portugal, sim. São completamente diferentes. "Me" soa [mɨ] — talvez entre um "ê" e um "ü". "Mim" soa [mĩ] — entre um "i" e um "ing". Este site permite gerar IPA pt-PT: http://european-portuguese.info/pt/ipa#Foi%20ele%20que%20me%20deu,%20a%20mim. Foi ele que me deu, a mim. IPA: ˈfoj ˈe.ɫɨ kɨ mɨ ...


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Dentro do que consigo perceber, não há diferença alguma, ao menos nos dialetos com que me considero mais familiar (caipira, sulista e paulistano). Então, eu diria que a diferença que o OP descreve não é predominante em pt-BR.


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O R americano é utilizado em português apenas no meio das palavras, nunca no início ou antes de vogais. Seu uso é limitado antes de consoantes e no meio ou final de palavras.Exemplos: Bar, Carta, Porta. A pronúncia varia conforme regionalismos (sotaques), sendo o R "americano" estrito falado somente nas regiões do interior dos estados do sul/...


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Ambas as formas são utilizadas, tanto poupar, como economizar. Não existe diferença semântica signitifativa; o significado é idêntico, porém no Brasil a palavra "poupar" é um tanto quanto mais técnica, utilizada normalmente em publicações impressas, enquanto a palavra "economizar" é utilizada pela população em geral na linguagem falada. ...


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Some notes from the top of my mind (the question would deserve a more in-depth study): "Aforrar" is something I never heard, or read for that matter. So, if it exists, it must be "dialectal", and either restricted to a quite small region - because I never heard it in Brasília, Porto Alegre, or Rio de Janeiro, or from acquaintances from the Northeast or São ...


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