4

Encontrei 4 questões dentro da sua pergunta e as respondi separadamente. Espero ter entendido corretamente. 1. Isto é mesmo assim? 2. Ou estes autores serão enviesados ou terão tido experiências muito particulares? 3. Se o num e numa já foi aceite em qualquer registo, quando, como, e com que base surgiu esta ideia que num e numa não são apenas ...


3

O Acordo Ortográfico de 1990 (Base XII: do emprego do acento grave) não prevê as formas ò, òs; reserva o acento grave para à, àquele, àquela, àqueloutro, àqueloutra, seus plurais e a àquilo. No Brasil já era assim anteriormente, tal como prescrito no Formulário Ortográfico de 1943 (Base XII – Acentuação Gráfica, 43, 16ª). Mas em Portugal, as formas ò e òs ...


2

Atenção: Essa é minha opinião particular não tenho formação nem li o suficiente para que este texto não passe somente de opinião pessoal. Bem não sou nenhum especialista, mas darei minha opinião como nativo. Quando nós brasileiros vamos à escola e estudamos gramática percebemos que há uma certa discrepância entre o nosso português falado e o escrito. Essa ...


2

Consultando a lista de ocorrências de "em" [lema="um"] no CETEMPúblico, salta à vista que, na maioria das ocorrências, um tem função de quantificador numeral. Por exemplo, "em" "um" "milhão" ocorre 47 vezes, contra apenas 8 de "num" "milhão". Por vezes, a escolha entre em um e num pode ter influência no significado: Em um mês, o preço do crude subiu 20%....


2

Acho que é que: "num/numa" são contrações de "em" com o artigo indefinido "um/uma". O "um" em "dois em um" é um objeto definido, um número específico, não é um artigo.


2

No exemplo apresentado, deverá ser utilizado, definitivamente, a preposição de e o pronome demonstrativo estas, sem contracção. Assim, a forma correcta da frase será: A seguinte situação permite poupar tempo às pessoas e pode aumentar a capacidade de estas conseguirem perceber as relações associadas. Da mesma maneira, diz-se, por exemplo: O facto ...


1

Não vejo fundamento na sua hipótese. Vamos por partes. A linguagem oral não é exatamente formal apenas porque o emissor exerce uma área que, na maior parte do tempo, exige formalidade, tais como advocacia, jornalismo e entre outras. Baseado nisso, é possível afirmar que você está enganado quando diz: Presidentes, governadores, advogados, âncoras de jornais ...


Only top voted, non community-wiki answers of a minimum length are eligible