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É referente ao nosso gênero, pois somos nós quem estamos agradecidos, ou obrigados em relação ao receptor. Ao falar Obrigado(a), imagine-se dizendo o mesmo que Me sinto obrigado(a) a retribuí-lo(a). Neste desmembramento, conseguimos ver com mais clareza que o obrigado(a) depende do gênero de quem está falando, ao passo que o retribuí-lo(a) depende do gênero ...


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As três obras que consultei descrevem todas usos do clítico impessoal com verbos transitivos e não os apontam como desvio, ainda que possam indicar a existência opiniões em sentido distinto (e com a ressalva que só talvez a primeira se poderá considerar normativa). João Andrade Peres e Telmo Móia em Áreas Críticas da Língua Portuguesa (p. 234, mantida a ...


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Ambas são possíveis. Em Portugal, o género feminino é mais comum. No CETEMPúblico, "a|as|da|das|à|às|uma|umas|duma|dumas" [lema="personagem"] dá-me 7888 ocorrências, enquanto "o|os|do|dos|ao|aos|um|uns|dum|duns" [lema="personagem"] me dá 2451 ocorrências. Isto corresponde mais ou menos à minha sensibilidade no uso oral da palavra, embora talvez esperasse uma ...


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Sim, está correto. Nesse caso, "então" torna-se uma interjeição, algo muito comum para advérbios como esse. E, como interjeição, é normalmente separada da frase por alguma pontuação. Muitos dicionários catalogam o termo "então" apenas como advérbio, mas seu uso interjectivo é descrito pelos seguintes dicionários: Michaelis Wikicionário anglófono. Dicio. ...


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Para mim, a gramática tradicional é neste ponto incoerente e absurda. Aqui está o que eu apurei. Na gramática tradicional, a voz passiva sintética (VPS) funciona somente com verbos transitivos diretos, tal como a analítica, e do seguinte modo a partir da voz ativa (VA): (a1 VA) Nós bebemos vinho; (a2 VPS) bebe-se vinho. (b1 VA) Nós bebemos uns copos de ...


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cu·jo pronome relativo Do qual; dos quais; de quem. (É também pronome interrogativo pouco usado.) substantivo masculino [Antigo] Dono; sujeição. [Brasil, Informal] Designação vaga de pessoa cujo nome se desconhece ou se quer omitir. = DITO-CUJO "cujo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/...


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Por que neste caso usamos o vocativo "Excelentíssimo Senhor" para algumas autoridades e "Senhor" para outras? Segundo o link contido na pergunta, usamos os vocativos como expediente lingüístico de distinção e de respeito. Ao dirirgimo-nos a cargos mais elevados, portanto, demonstramos ainda mais distinção e respeito através do adjetivo "excelentíssimo". Em ...


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Pesquisei no google a mesma questão e acabei por achar uma parecida se não igual, segundo a resposta é correto dizer vendem-se ou vende-se, eis a explicação: Se - palavra apassivante ou apassivadora e pronome indefinido; este, como indeterminante do sujeito. É palavra apassivante, quando, ligada ao verbo, o torna de valor passivo: Alugam-se quartos. É o ...


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A única forma correta em Portugal é campus universitário. A investigação mais profunda do Denis Henrique Caixeta (esta parte é crédito dele) leva a crer que no Brasil, embora não havendo consenso total, dá-se também preferência a câmpus. The only correct form in Portugal is (college/university) campus. A more thorough research made by Denis Henrique ...


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É corretíssimo. Todo dia—todo o dia em Portugal—é usado com o significado de ‘todos os dias, cada dia’ há séculos. Pelo menos desde o século XIII segundo o dicionário Houaiss (Lisboa, 2002), cujas partes relevantes cito, desenvolvendo algumas abreviaturas; a aceção relevante é a segunda: todo /ô/ adjetivo (sXIII cf. FichIVPM) 1 a que não falta nenhuma parte;...


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Os dicionários colocam a palavra campus para singular e campi para plural, ou seja, mantendo a forma original em latim. Não utiliza o acento circunflexo. No entanto, fiz uma pesquisa sobre o assunto e verifique que no Brasil a palavra câmpus vem sendo utilizada pelos Institutos Federais e Universidades após nota lexicológica do Ministério da Educação. A ...


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De acordo com esta página e esta outra, qualquer uma das formas está correcta. Quando usamos O primeiro e segundo classificado(s)... A primeira e a segunda casa(s)... o que acontece é "a elisão, ou a não-repetição, d[o nome], núcleo de um dos grupos nominais que estão a ser ligados"1, "podendo [o artigo definido] repetir-se ou não em associação com ...


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O significado que o Priberam dá para "bom!" não corresponde também à minha experiência. Parece-me mais parecido a "bem". Comecemos por boa: (1) - Acabei agora mesmo o trabalho. - Boa! Podes começar o seguinte. (aprovação) (2) - Boa! Como é que conseguiste acabar isso em tão pouco tempo?! (admiração/aprovação) (3) - Boa! Agora vamos ter de limpar esta ...


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Sendo obrigatório(a)(s) um adjetivo, teria que concordar em género com o substantivo. O @jorgeb e @gitgud referem isso nos seus comentários: O sentido de dever refere-se à indicação, não ao valor. Indicação é um substantivo feminino, por isso neste exemplo deverá ser 'obrigatória'. e É obrigatório indicar um valor para o campo morada. Também deve ...


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Tanto faz. A regra geral é um sujeito composto ir para o plural: Se o sujeito for composto, o verbo irá, normalmente, para o plural, qualquer que seja a sua posição em relação ao verbo: “... os ódios civis, as ambições, a ousadia dos bandos e a corrupção dos costumes haviam feito incríveis progressos”. “Repeti-as, porque se me ...


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Em geral o de, sem artigo, é preferível, enquanto que o artigo às vezes é usado quando se deseja denotar especificidade. Por exemplo: pele de urso" é uma pele de um dado tipo - de urso e não de tigre, e "pele do urso pode se referir a pele de um dado urso, não de um qualquer. Similarmente, em "recibo de compra", o de compra caracteriza o tipo de ...


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Sim, o particípio quando usado mesmo como particípio, e não como adjetivo, com o verbo auxiliar ter (ou haver) é invariável em número e género, independentemente de o objeto ser um pronome ou não: Nós temos aceitado os documentos Nós os temos aceitado / (forma canónica em Portugal) nós temo-los aceitado Nós temos aceitado as mercadorias Nós as temos ...


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Sim, “as doenças […] são a manifestação” está correto: a frase é gramatical e faz sentido. Questão gramatical Do ponto de vista estritamente gramatical, “as doenças […] são a manifestação” não apresenta qualquer problema. O verbo ser pode ligar um sujeito e um predicativo de números gramaticais diferentes, como se pode ver pelos seguintes exemplos que não ...


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A primeira opção certamente está correta, principalmente em se tratando de textos médicos. "As doenças de nosso corpo e mente são a manifestação que busca nos dizer que algo está em desordem." Na frase acima, a "manifestação " é um conjunto, e fica melhor no singular. Do Google Books "Placas policíclicas anelares são a manifestação mais ...


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O pronome "eu" deve aparecer após preposições em sua forma preposicional "mim". Ou seja, usa-se "para mim/de mim/sem mim" em vez de "para eu/de eu/sem eu" (exceto antes de orações subordinadas). O mais certo seria usar "mim" quando a primeira pessoa aparece em posições não-inicial, ou usar a contração comigo quando a primeira pessoa aparece na posição ...


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Sendo duas perguntas, acredito que a 2ª (sobre diferença entre pronome de tratamento e vocativo) está plenamente respondida pelo @Bell App Lab. Quanto à 1ª pergunta (Por que neste caso usamos o vocativo "Excelentíssimo Senhor" para algumas autoridades e "Senhor" para outras?), certamente é cabível responder que se deve a um pressuposto de maior respeito ...


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Não se trata de uma concordância em género. Poderia dizer-se também "granda cantor!" ou "ganda cantor". São apenas variações fonéticas que dão mais ênfase ao adjetivo. Como o JNat aponta, esta forma ocorre quase exclusivamente em posição pré-nominal.


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O comentário do Dan Getz explica bem o fenômeno. Veja também que não faz sentido modificar um adjetivo com todo. Imagine tentar descrever o grau de desconfiança: Um pouco desconfiado Meio desconfiado Muito desconfiado Totalmente desconfiado mas... todo desconfiado? Nesse caso, o modificador não se refere ao adjetivo em si, mas é um pronome que se refere a ...


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A definição da interjeição bom no Priberam para mim está praticamente diametralmente errada. A de boa está correta. Vou transcrever a definição do Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa, que corresponde ao meu entendimento: Bom 1 Exclamação que exprime descontentamento. Bom! Não insistas, já disse o que tinha a dizer! Bom, Bom! já não estou a ...


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Deve-se fazer a concordância do genero conforme o gênero da pessoa que está se dirigindo: As expressões “Vossa Senhoria”, “Vossa Excelência” e “Vossa Majestade” são todas elas femininas, por causa do núcleo feminino “Senhoria”, “Excelência” e “Majestade”. No entanto, em conversa com um juiz, não se diz “Vossa Excelência foi rigorosa”.Em tal ...


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Deve concordar e estar no plural: adultos. Sua segunda opção exige um "[se cada um deles fosse um]" implícito que não se assumiria naturalmente num contexto geral. A ausência do plural é uma característica bem comum da linguagem coloquial e é ela deve estar se manifestando no texto do teu aluno, como mencionado aqui para o caso do "tal qual&...


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É como adultos, no plural: Trataremos João e Pedro como adultos A meu ver, este tratar é um verbo transitivo predicativo, que seleciona um complemento direto (João e Pedro) e um predicativo desse complemento direto (como adultos). O teu exemplo é equivalente a: Trataremos João e Pedro como sendo adultos Esta análise segue a Gramática do Português da ...


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Em Portugal é mais natural vossa do que sua; no Brasil, como já diz, o Stafusa, o natural é sua. Vejamos. Vossa é possessivo de vós: Vós sois uma inspiração para mim. Adoraria trabalhar na vossa instituição. Ora este tratamento por vós basicamente caiu em desuso. Ainda será usado no dia a dia por alguns falantes no norte de Portugal e em algumas ocasiões ...


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1) Gostaria de saber qual é procedimento para cancelar uma das operações ? 2) Gostaria de saber qual é procedimento para cancelar uma operação? Ambas estão corretas, mas não são equivalentes. A opção (1) é mais exata, específica para a situação de duas operações terem sido realizadas e se desejar cancelar apenas uma delas. Nesse sentido ela é ...


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