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"A gente" é uma locução pronominal, que apesar de se usar no lugar do pronome pessoal "nós", corresponde gramaticalmente à terceira pessoa do singular, e portanto faz com que o verbo seja conjugado de acordo: Nós vamos / A gente [ela] vai Nós não queremos só comida / A gente [ela] não quer só comida O uso dessa forma tem origem ...


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Tanto Fui eu que fiz. e Fui eu quem fez. estão corretas, embora, em Portugal, pelo menos, seja mais comum ouvir a primeira. As outras duas estão erradas, já que o verbo está na 3ª pessoa e fica implícito pelo resto da frase que o sujeito é o orador, logo o verbo deveria estar na 1ª pessoa, para que concordem em género.


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Como já foi dito, em si, o significado é quase o mesmo, apenas teria uma diferença na permanência da ida. “Ir a” indica que é uma ida passageira, que será por apenas um tempo, não definitiva. Já “ir para” seria uma ida definitiva, permanente. João pensa em ir a Brasília. Fazer uma visita, passear, resolver algum assunto, etc. João pensa em ir para ...


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Todas as opções começadas com foi eu estão erradas: o primeiro verbo tem que concordar com o sujeito, portanto, fui eu... Tendo o começo correto, todas as fontes que consultei dizem a mesma coisa: há três possibilidades correctas: Fui eu que fiz. Fui eu quem fez. Fui eu quem fiz. A única que não é válida é fui eu que fez. O Professor Paulo Fernandes ...


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Em ptBR "a gente" significando "nós" tem uso consagrado e é correto. No entanto a concordância se faz com a terceira pessoa do singular. "Ei, moço, a gente está procurando a Praça D. Pedro IV. Pode nos informar onde fica? (sei que não se chama um homem de moço em ptPT mas é muito comum em ptBR) "A gente tentou te encontrar mas foi inútil" (nós tentamos) ...


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Pelo que eu apurei a tendência entre os gramáticos nestes casos é para aceitar a conjugação quer no singular quer no plural. E isto vale não só para os exemplos da pergunta, mas em geral para sujeitos constituídos por substantivo plural precedido de (a) expressão partitiva (maioria, uma parte, etc.) ou (b) substantivo coletivo singular: (b) A maioria dos ...


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Isso faz parte da concordância que chamamos de partitativa. Para estes casos, o verbo não necessariamente precisa concordar com o núcleo do sujeito da oração. O verbo pode concordar com a partícula mais próxima: A maior parte de nós concorda. (concordância gramatical) A maior parte de nós concordamos. (concordância atrativa) A maior parte de nós concordam. (...


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O verbo 'ser' pode concordar ora com o sujeito ora com o predicativo. Porém, na minha experiência, o falante tende a concordar com o sujeito ou com o que vem antes do verbo. Para mim as frases em que o verbo 'ser' concorda com o predicativo soam estranhas. Contudo, nesse caso, o mais comum no Brasil é reformular a frase. As pessoas diriam por exemplo "O ...


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É uma construção de tópico marcado, em particular deslocação à esquerda de tópico pendente, na terminologia da Gramática de Maria Mateus e outras (pág. 493 da 6.ª ed.). Os exemplos aí dados são: (11) (a) O João… ouvi dizer que e̲l̲e̲ tinha ido passar férias a Honolulu.         (b) “… eu … medicina privada realmente não m̲e̲ ...


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Haviam muitos problemas não está correto em português padrão porque, no sentido de existir, haver é impessoal transitivo; muitos problemas é portanto um complemento direto e não um sujeito de haver e não há concordância1. Uma indicação de que muitos problemas é complemento direto é o facto de que muitos problemas pode ser substituído por um pronome clítico ...


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Na verdade muitos gramáticos aceitam as duas construções, e ambas foram usadas pelos nossos melhores escritores. A flexão plural tem no entanto uma lógica imbatível, como creio que salta à vista com esta brincadeirazinha: (a1) : Ronaldo foi um dos jogadores. (b): Quais jogadores? (a2): Os jogadores que mais brilharam na Seleção Brasileira. Em (a2) ...


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Neste caso, ambas são possíveis, mas o plural é mais frequente. Segundo a gramática de Evanildo Bechara, a concordância do verbo com um sujeito ligado por ou é feita com o sujeito mais próximo se a conjunção indicar (citando, referências removidas): a) exclusão:     “a quem a doença ou a idade impossibilitou de ganharem o sustento...”. &...


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Esta resposta baseia-se na minha experiência de falante de português europeu, em que há uma diferença marcada entre ir a e ir para. Vários comentários nesta página sugerem que esta diferença é pouco marcada ou inexistente no Brasil. Guia rápido Ir a — ir, estar e voltar: Em dezembro vou ao Brasil, passar duas semanas de férias. Logo à noite vou à ...


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Está corretíssimo. Vê por exemplo entrar no Aulete digital: (4) Ter início; ABRIR; COMEÇAR [int[ransitivo] : "Quando entrar setembro..." ( Beto Guedes , "Sol de primavera") ]


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Nesse caso, ambas são possíveis, com um significado ligeiramente diferente1: [...] «a escolha da forma infinitiva depende de cogitarmos somente da acção ou do intuito ou necessidade de pormos em evidência o agente da acção» (Saudi Ali)2. No primeiro caso, preferiremos o infinitivo não flexionado; no segundo, o flexionado. Trata-se, pois de um emprego ...


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Versão correta: Um terço das mulheres estão grávidas. Porquê? Vejamos: 1: a concordância do verbo não pode ser com o quantificador (Quantificador?...) Um terço das mulheres está grávido? Os terços não engravidam... 2: O adjetivo só pode fazer concordância com um substantivo (Ou com um pronome, que substitui o substantivo.) Por definição, um ...


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Descobri, ao fim de dois meses, esta discussão extraordinária, e fiquei banzado! É claro a gente vai, a gente faz, etc. no sentido de nós vamos, nós fazemos é correto, pertencendo simplesmente a um registo informal. E é claro que a gente aqui em Portugal também fala assim. Creio que menos que no passado, mas ainda se ouve muito. O objetivo desta resposta é ...


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Compare as seguintes frases: O casa estão muita sujo. A casa está muito suja. O que falta na primeira frase? Concordância. Como foi possível ver nesse exemplo, concordância verbal é, como o nome diz, o acordo na "forma" das palavras de uma frase, ou seja, como no exemplo da casa, se um sujeito é feminino os adjetivos que a ele se referem também ...


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Concordância com um constituinte significa que todos os constituintes da frase devem concordar, i.e. ter o mesmo, em número, género e grau (se aplicável). Caso isto não aconteça, a frase esta incorreta. Um exemplo: Os casa sou grandes. está frase não está correta pois o determinante não concorda em género nem número com o sujeito e porque o verbo não ...


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Você usa o DEVE quando você acha ou tem certeza que algo vai acontecer. Você usa o DEVA para supor que algo aconteça. É obrigatória a utilização do QUE antes do DEVA no presente do conjuntivo. Exemplos: No presente do conjuntivo: Acredito QUE ele DEVA chegar hoje. (Aqui você está supondo) No presente do indicativo: Ele DEVE chegar hoje. (Aqui você está ...


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Para porcentagens, o verbo concorda com o termo mais próximo nos casos em que há mais de um. Portanto, na construção: noventa por cento do povo acha o verbo "achar" concorda com "do povo", sendo, portanto, "acha". Note que se "do povo" estivesse elidido, o verbo passaria a concordar com o número referente à ...


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Depende! Se tens em vista o Português Padrão Culto, a frase está "errada", o correto seria: "Ela quer conquistá-los com seu amor" Porém, certos dialetos ―especialmente no Brasil― têm a forma do pronome de objeto da terceira pessoa do plural "eles". Em tais variantes a frase "ela quer conquistar eles com seu amor" é totalmente gramatical. Nestes dialetos,...


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a exemplo do que tu citaste sobre gênero e número, explicando com exemplo seria grau que é dividido em 3 tipos seria isso: Comparativo de igualdade: Lucas é tão extrovertido quanto seu irmão. Comparativo de inferioridade: Lucas é menos extrovertido (do) que seu irmão. Comparativo de superioridade: Lucas é mais extrovertido (do) que seu irmão. ...


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Está correta porque haver pode ser um verbo impessoal quando tem sentido de "existir". Ser verbo impessoal significa que não tem sujeito, então não há nenhum sujeito para ter concordância verbal. "Os problemas" serve como objeto, não sujeito, da sua frase.


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No Brasil, coloquialmente, usa-se preferencialmente "para", ou melhor "pra", em quase todas as situações. Em algumas situações prefere-se "a". Exemplos: "Vou à praia amanhã." (talvez para evitar o cacófato "vou pra praia") "Vou ao cinema" "Eu não vou à aula hoje" Com frequência, ouve-se também formas incorretas como: "vou na casa de fulana", "você vai na ...


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Concordância verbal é o mesmo no Brasil e em Portugal, e significa a conjugação do verbo de acordo com o sujeito da frase. Exemplos: Concordância: eu digo. Falta de concordância: eu dizemos, eu diz. Concordância: eles falaram. Falta de concordância: eles falou, eles falei. Um erro de concordância algo frequente em Portugal é na segunda pessoa do singular ...


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Pode concordar com qualquer dos dois, mas com significados distintos: Você possui 7 dias de férias agendados. É o uso mais comum, em que "de férias" qualifica os "dias" e se quer dizer que os 7 dias (desse tipo: de férias) estão agendados. Indicando graficamente: "7 (dias-de-férias) agendados". Para um dia apenas, a concordância seria também em ...


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Diria que sim. A frase não me soa muito mal (mas soa pior do que "estão grávidas"). Gramaticalmente, o assunto não parece pacífico. Esta resposta do Ciberdúvidas refere-se a este fenómeno como havendo concordância parcial (ou atrativa) para um aspeto e concordância global para outro: Note-se que alguns autores admitem que a concordância atractiva possa ...


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Indicando horas e seguido de locuções como "perto de", "cerca de", "mais de", o verbo "ser" tanto pode concordar no singular como no plural. Em termos de correção gramatical é, portanto, indiferente dizer “Eram perto das 12 horas.” ou “Era perto das 12 horas.”


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No exemplo, junto a é uma locução prepositiva, ligando os jornais ao lugar onde eles devem ser guardados. Tal como as preposições simples, as locuções prepositivas são invariáveis. Portanto também as locuções prepositivas junto com e junto de são invariáveis: Estes jornais devem ser guardados junto aos velhos (não *juntos aos). A casa fica junto ao rio (...


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