18

Resposta copiada da wikipédia (e por este motivo, esta resposta é wiki da comunidade): Em Portugal Portugal utilizava o trema da mesma forma que o Brasil até o advento do Acordo Ortográfico de 1945, que suprimiu o trema na grafia de palavras vernáculas, reservando-o somente para palavras derivadas de nomes estrangeiros, como mülleriano (do antropônimo ...


14

Na verdade alguns acentos diferenciais como por (preposição) e pôr (verbo) ou pôde (pretérito perfeito do indicativo do verbo poder) e pode (presente do indicativo do verbo poder) foram mantidos. Também foram mantidos os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir. Todas alterações introduzidas com o novo acordo ortográfico tiveram ...


13

São várias as inconsistências na ortografia portuguesa, como as letras diferentes produzindo os mesmo sons. Por exemplo: cedo → selo; ambos se pronunciam "cê" xadrez → chafariz; ambos se pronunciam /ʃ/ gelo → jeito; ambos se pronunciam /ʒ/ exclama → escama; ambos se pronunciam /s/ O trema era uma maneira de diferenciar a pronúncia ao se escrever "que", "...


9

Pode ser uma divergência regional, já que eu sou brasileiro, mas somente é uma palavra paroxítona, e, por isto, não é acentuada. Esta pronúncia é consistente com os demais advérbios construídos pela junção de um adjetivo e o sufixo "mente", todos eles paroxítonos: dificilmente, paradoxalmente, certamente, etc. Edit: De acordo com o dicionário Aulete ...


7

A Moderna Gramática Portuguesa de Evanildo Bchara apresenta uma boa discussão com exemplos do acento de insistência. Este consiste em pronunciar uma sílaba com intensidade, altura e/ou duração superior ao normal. Pode recair na sílaba tónica ou noutra, mais comummente na primeira. É um fenómeno muito comum na linguagem oral. Pode exprimir uma emoção: Ele é ...


6

As palavras com til não são necessariamente agudas. Exemplos de palavras graves com til: órgão, orégão, sótão, órfão... Citando a dúvida "grafia e acentuação de órgão" no FLiP (ênfase minha): É muito frequente, nas palavras que têm til, que o acento da palavra (que não tem de corresponder a um acento gráfico) coincida com o da sílaba que tem o sinal de ...


5

"Escarcéu", "pinéu", etc. são acentuadas para marcar o "e" aberto; ler-se-ão assim /ɛw/ e não /ew/ (como "céu", não como "seu"). Pode ler-se no Acordo Ortográfico de 1990 (Base VIII): Acentuam-se com acento agudo: [...] d) As palavras oxítonas com os ditongos abertos grafados -éi, éu ou ói, podendo estes dois últimos ser seguidos ou não de -s: ...


5

O objetivo principal do Acordo Ortográfico de 1990 foi unificar as grafias. Mas neste caso as palavras alteradas já antes tinham grafia igual em todos os países lusófonos, pelo que o motivo foi apenas simplificar as grafias. As palavras afetadas estão listadas abaixo (com links ao Priberam) na grafia antiga; na grafia do AO 90 escrevem-se todas sem acento: ...


5

Teiú (Aulete) leva acento para indicar que o u não forma ditongo com a vogal que o precede; ou seja, a divisão silábica é tei.ú e não te.iu. O u de Pacu não leva acento porque não é precedido de vogal. O u de pediu não leva acento porque forma ditongo com o i: -diu é uma única sílaba, e não duas. Já baú (Aulete) leva também acento porque são duas sílabas, ba....


4

Na verdade a regra é simples e bem conhecida - o conceito chave que talvez tenha faltado na sua busca foi o da tonicidade, ou sílaba forte, da palavra, porque "português" é uma oxítona, ou seja, tem a última sílaba pronunciada com mais ênfase, e é nisso que se baseia a regra de acentuação relevante, como colocam, entre outros, o Norma Culta, o Mundo Educação ...


4

Se bem entendo, um ditongo "ambíguo" (i.e. composto de "i" e "u") na sílaba tônica paroxítona é, por padrão, decrescente. É o caso, por exemplo, das palavras "cuia" e "fortuito", que são pronunciadas "cúia" e "fortúito". Se "distribuírem" não fosse acentuada, então quem a lesse pronunciaria "distribúirem". Quanto a "joia", acredito que a regra servia para ...


4

Pelo que pude entender numa breve pesquisa pelo Google, essa mudança, como provavelmente tantas outras do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, foi estabelecida pela variedade de regras que havia no seu uso dentre os países que usam a Língua Portuguesa. Logo, na tentativa do Novo Acordo de unificar os países que tem o português como língua oficial, o ...


3

Como quase tudo na civilização ocidental, parece, o acento circunflexo também é uma invenção dos Antigos Gregos. Surgiu no período helenístico, literalmente do encontro do acento agudo (´) com o grave (`). No grego antigo uma vogal era acentuada sendo proferida, não com mais força como entre nós, mas em tom mais agudo. Na escrita marcava-se com o acento ...


3

It's probably only playing with the French ï, the same way it's mixing some Portuguese and Spanish ("la dança") in the same cover (from the wikipedia link): Capa do single francês intitulado "Baïla Baïla Comigo: La Dança do Nombril". For, as already pointed out, there isn't any ï in Portuguese.


2

O uso do "til" para palavras terminadas em "a" serve para diferenciar o som, que passa a produzir nasalidade. Caso não tivesse o til, a palavra "manhã" (morning) teria a mesma pronúncia e seria indiferenciável de "manha" ("fake cry") e tem a pronúncia do "a" aberta. Da mesma forma, palavras como "Mão" (hand), precisam do til, ou teriam sua pronuncia como "...


2

O til não é um acento gráfico. Apenas indica que a pronúncia é nasalada; ou seja que a palavra seria aguda mesmo sem o til, pois apenas acentos gráficos podem alterar a posição da sílaba tónica.


2

There isn't and there has never been a diaeresis, umlaut, trema, or the like over the vowel "i" in the Portuguese Language. That must have been a joke from whoever had the idea. Then again, before the Ortographic Agreement went into effect, there was the "trema", which was exactly the same sign, over the vowel "u". Semantically, therefore, there is no ...


2

Não está mesmo claro na página citada, a palavra chave é ditongos abertos. A regra é fonológica, baseada na pronúncia: "lei" é fechado ([lêi]), enquanto "réis" é aberto (é o que provavelmente se pretende indicar na listagem citada com o acento em "éu, éus, éi, éis, ói, óis", mas não em "a, as, e, es, o, os"). Em várias outras fontes isso é deixado ...


2

Na verdade nenhuma das tuas regras é válida. Por exemplo gaúcho e ruído são paroxítonas acabadas em o mas precisam de acento. E Gláuber (nome de homem) e náilon são também paroxítonas e levam acento num ditongo aberto. É verdade que são raras as paroxítonas com ditongos tónicos, abertos ou fechados, que precisem de acento gráfico; mas as condições que exigem ...


2

Sim, estão corretas. A regra que determina a acentuação gráfica na escrita é a Base IX, 2º b) do AO1990: Recebem [...] acento agudo: As palavras paroxítonas que apresentam na sílaba tónica/tônica as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i ou u e que terminam em -ã(s), -ão(s), -ei(s), -i(s), -um, -uns, ou -us: órfã (pl. órfãs), acórdão (pl. acórdãos),...


2

Como regra acentuam-se os monossílabos tônicos: terminados em -a, -e, -o, seguidos, ou não, de s: Exemplos: há, pá, pás, má, más, gás, pé, pés, dê, dês, mês, três, crê, só, nó, nós, pôs, etc. que encerram os ditongos abertos -éi, -eu, -oi: Exemplos: véu, véus, réis, dói, sóis, etc. Não se acentuam os monossílabos tônicos com outras terminações: ...


2

If you're talking about alphabetical ordering in dictionaries or printed indices at the end of books, then the order is this one: a < á < à < â < ã c < ç So we have: ca (because/for/than) < cá < cà (ca + a before AO 1990) < cã (white hair) laca < laça However, this only comes into play as a tie-breaking rule for when ...


2

In Portuguese, it's common to ignore accents for sorting. Several official systems (I'd say most of them) even remove them altogether when storing, so they don't affect searching or sorting. I.e. "a", "à", "á" and "ã" are all treated as "a" for sorting purposes. But be aware, that this doesn't apply to every language.


1

Sim, a palavra sem acento é aceitável, ao menos coloquialmente - ou isso, ou a omissão do acento é um erro surpreendentemente difundido, mesmo entre profissionais da escrita. Verifica-se que ela não apenas está dicionarizada, como aparece com frequência na imprensa desde pelo menos 2003, BBC Brasil: mesmo com conexões super rápidas, ainda são necessárias ...


1

TL;DR: Creio que ambos estão corretos. A forma correta, especialmente para nomes de uso habitual, é aquela consagrada pelo uso. Tanto "Céos" quando "Ceos" são encontrados com frequência, e variações como, por exemplo, "Ceo" (e.g., aqui) também são usadas. Dado que nomes da antiguidade grega são referências culturais que ...


1

Análise Introdução A palavra que «Poderá, ainda, se apresentar como uma partícula expletiva ou de realce quando puder ser retirada da expressão sem prejuízo» (1). Primeiramente, o que é uma partícula? Como bem define o Dicio, «Nome genérico de vocábulos gramaticais de pequeno porte, normalmente átonos, como pronomes (me, te), preposições (a, com, de) [...]», ...


1

Nenhuma está correta, mas a que tem um "quê" está mais errada. Construção correta da frase Podes perguntar só com um "que": O que aconteceu? Ou usar a forma mais longa e acrescentar "é que": O que é que aconteceu? Isto é uma construção comum, em que se acrescenta um "é que" opcional para dar ênfase à pergunta: ...


Only top voted, non community-wiki answers of a minimum length are eligible