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Tenho o adjetivo magro.

O que seria coloca-lo em grau superlativo absoluto sintético e analítico?

Em que casos eu elevaria o grau de um adjetivo?

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Para o adjetivo magra, a forma no grau superlativo absoluto analítico é muito magra e no grau superlativo absoluto sintético é magríssima. Graus diferentes do normal são usados para dar ênfase ao fato de que o sujeito é, neste caso mais magro que a média, por uma grande margem.

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Os graus de um adjetivo são formas nas quais ele pode ser flexionado para estabelecer uma ideia correlata; no português, existem três graus para um adjetivo (embora alguns poucos adjetivos possam não ter os três graus):

  • grau positivo: é a forma comum do adjetivo, que serve para expressá-lo de forma absoluta: um cavalheiro magro.

  • grau comparativo: é uma forma usada para estabelecer uma comparação entre dois entes baseados na qualidade que o adjetivo denota. No latim, era uma única palavra, mas no português se usa a locução mais + «grau positivo»: Alice é mais magra que Beth.

  • grau superlativo: originalmente era usada para marcar um grau de excelência com relação à qualidade que o adjetivo denota, mas essa forma foi substituída pela locução o/a mais «grau positivo». Atualmente só é utilizada para enfatizar uma qualidade.

O superlativo tem duas formas, uma dita analítica e a outra sintética. A forma analítica usa a locução muito + «grau positivo»: rapaz muito magro. A forma sintética deriva do antigo superlativo latino e se forma com um sufixo; no caso de magro é -érrimo: Ana está magérrima.

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